domingo, 31 de dezembro de 2017

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Estou de volta!

terça-feira, dezembro 26, 2017 6 Comments


Pessoal, voltei ao youtube e preciso de todo o vosso apoio. Estamos quase nos 100 subscritos e gostava muito de alcançar essa meta antes do ano acabar. Por isso, vejam o vídeo e, se gostarem, subscrevam o canal, deixem comentários e sugestões! :p
Mil beijinhos e BOM ANO! 

domingo, 24 de dezembro de 2017

sábado, 23 de dezembro de 2017

A curiosidade matou o gato… ou não!

sábado, dezembro 23, 2017 2 Comments

Já todos ouvimos o famoso ditado “a curiosidade matou o gato”. Este serve para nos alertar para o facto de a curiosidade nem sempre ser uma coisa positiva. Mas esse “nem sempre” pressupõe que há alturas em que a curiosidade é, de facto, uma coisa boa.
Uma delas está relacionada com os negócios. Ser curioso é, sem dúvida, uma característica que pode contribuir para uma carreira de sucesso. Isto porque os curiosos investigam, procuram as respostas para todas as suas questões e vão para além daquilo que é o conhecimento comum. E isso pode ser uma vantagem, uma vez que qualquer empregador procura a novidade. Alguém capaz de superar as expectativas e, acima de tudo, de se superar a si mesmo. E a curiosidade é um excelente ponto de partida para essa superação.
Se pesquisarmos a palavra “curiosidade” vamos, rapidamente, perceber que grande parte desses sinónimos são palavras negativas. “Intromissão”, “bisbilhotice” e “inconveniência” são algumas das palavras que se destacam nesta definição. No entanto, se olharmos bem, vamos reparar que também existe o oposto. “Raridade”, “preciosidade”, “singularidade” e “originalidade” são, também, sinónimos associados à curiosidade. E, no fundo, são estas as características que vamos tentando conquistar ao longo da nossa vida. E se procuramos ser singulares, originais e raros é porque temos consciência de que isso nos trará sucesso e, consequentemente, felicidade. Então porque é que não nos apercebemos que a curiosidade pode ser um ponto de partida para esse sucesso? Porque, grande parte das vezes, a associamos apenas ao seu lado negativo e nos esquecemos do positivo. No entanto, é extremamente importante entender as vantagens de se ser curioso.
Ser curioso é ter um olhar atento sobre o mundo. É aprofundar o que para os outros é superficial. É fazer a diferença. É questionar. Ser curioso é sinónimo de uma carreira de sucesso. Afinal, não será merecedor de uma excelente carreira aquele que questiona quando o resto do mundo exclama?


Publicado em Repórter Sombra.

domingo, 17 de dezembro de 2017

Música da Semana #98

domingo, dezembro 17, 2017 5 Comments


Adoro descobrir novos covers. Enquanto "passeava" pelo spotify, descobri este magnífico cover da música "Don't wanna miss a thing", dos Aerosmith. É das minhas músicas favoritas de sempre e nunca tinha procurado ouvir um cover dela. Mas encontrei esta união entre a Savannah e o Jake e adorei. Está linda!



quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

És a única coisa que me faz ter medo de morrer

quarta-feira, dezembro 13, 2017 4 Comments
És a única coisa que me faz ter medo de morrer.
Nunca temi a morte. Acho que há coisas que, quando não as podemos mudar, só temos de as aceitar. Por isso, sempre vivi bem e feliz e sempre soube que, se um dia tivesse de ir, ia realizada por tudo o que fui vivendo ao longo da vida. Mas depois chegaste tu. Chegaste de mansinho e viraste-me do avesso. Hoje em dia, não consigo sequer pensar em morrer. Não quero ir embora e não olhar mais para ti. Não quero não ver-te entrar por aquela porta com cara de quem não dormiu a noite inteira e só quer voltar para casa. Não quero deixar de sentir o teu perfume quando, num abraço profundo, te agradeço por me fazeres tão feliz. Não quero não estar aqui para te ver viver, porque ver-te viver é a maior felicidade que tenho na vida.
No entanto, mais do que eu morrer, assusta-me que tu morras. Às vezes penso nisso, sabes? A vida é tão curta e a morte passa-nos à frente tantas vezes. E depois penso que um dia tu podes não estar aqui. Podes estar feliz a conduzir sem destino e, no instante a seguir, não estares aqui porque alguém decidiu passar o sinal vermelho. Ou então o corpo pode falhar-te e os médicos não te salvarem a tempo. Às vezes penso nisso e choro, sabes? Imagino como seria olhar para ti numa cama do hospital enquanto a tua respiração ia ficando mais fraca até não respirares mais. E eu ali ao lado, com a consciência de que tinha tantas coisas para dizer que não disse. É isso que acontece quando alguém que amamos morre, não é? Lamentamos não termos dito, não termos abraçado, não termos amado o suficiente. A diferença é que eu lamento tudo isto contigo vivo. A diferença é que eu amo o suficiente, mas nem sempre o suficiente chega para abraçar sem medo.
Quando penso que a vida te pode levar sem avisar sinto uma dor maior do que a que sinto que a vida me pode escolher para ir embora a qualquer momento. Acho que é porque não consigo conceber a ideia de não te ver entrar por aquela porta, ouvir-te procurar a chave do carro dentro do bolso ou sentir o movimento dos teus lábios a esboçarem um sorriso quando digo uma parvoíce qualquer. É isso que me atormenta, sabes? Pensar que um dia tudo isso vai acabar e tu não vais estar aqui. E eu também não. E não vamos passar de memórias.

O mistério da vida é nunca sabermos quando não vamos estar cá. Dizem que, por isso, devemos sempre dizer aos que amamos que os amamos. Na falta de coragem para to dizer, escrevo-to. São 01:44 e não sei se amanhã acordo. Nunca sabemos. Por isso, quando eu já não estiver cá e a única coisa que sobrar de mim forem as memórias não te esqueças que foste a primeira pessoa que amei sem medida e continuaste a ser tu no meu último suspiro.

Texto da minha autoria publicado em Sabes Muito.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Opinião: «À Primeira Vista»

sábado, dezembro 09, 2017 5 Comments
Resultado de imagem para à primeira vista


"SINOPSE
Havia três coisas que Jeremy Marsh jurara nunca fazer: abandonar Nova Iorque, ceder à paixão, e, acima de tudo, ser pai.
Ironicamente, Jeremy vive agora na pacata cidade de Boone Creek, está perdidamente apaixonado por Lexie e aguarda com ansiedade o nascimento da filha de ambos. E nunca pensou ser tão feliz. Mas este estado de graça parece ter os dias contados. À medida que tenta integrar-se, o nova-iorquino apercebe-se de quão doloroso é abdicar dos seus hábitos urbanos. Talvez essa seja a razão por detrás do bloqueio criativo que o atormenta. Mas não é certamente a única razão ou, até, a mais importante… Embora tente ignorar as misteriosas mensagens que tem recebido e que questionam a integridade e lealdade de Lexie, Jeremy não consegue evitar relembrar o passado que tudo fez para esquecer."

Terminei de o ler há, sensivelmente, um mês. No entanto, só agora consegui arranjar um tempinho para vir partilhar esta experiência literária no blog. 
Como vocês tão bem sabem, o Nicholas Sparks é dos meus escritores favoritos (não fosse eu toda dada ao sentimentalismo), sendo que um dos meus objetivos de vida é, sem dúvida, ler todos os livros dele. Já vos trouxe aqui algumas resenhas e, desta vez, não podia ser diferente. No meio da livraria e numa secção repleta de livros do Sparks, escolhi este aleatoriamente. Não havendo um motivo específico para a escolha, guiei-me pelo meu instinto. E não me desiludi, como sempre. 
Em primeiro lugar, para quem não gosta de livros muito grandes, este é uma ótima escolha porque não é muito difícil de ler. Infelizmente, demorei mais do que pretendia porque tive de abdicar das leituras em prol de trabalhos para a faculdade e afins e acabei por me desleixar um pouco. No entanto, admito que é um livro de leitura bastante fácil e rápida, porque a escrita é bastante simples. As descrições a que o Nicholas tão bem nos habituou continuam lá mas, neste livro, de forma muito mais subtil. Aqui, a preocupação maior é descrever ao máximo a forma como o amor atua em nós como uma flecha, sem que consigamos controlar a forma como nos invade e a intensidade com que o faz. Jeremy e Lexie são personagens muito bem pensadas e o romance que vivem leva-nos a pensar que o que Nicholas quer, nesta leitura, é que percebamos esse amor. Mas, nas últimas duas ou três páginas do livro, percebemos que o objetivo não é bem esse. É quase como se andássemos o livro todo enganados acerca do amor de que Sparks nos fala. Jeremy e Lexie, pensamos. Mas percebemos que o amor mais intenso não é o de Jeremy por Lexie. É o de Jeremy para com outro ser. E isso é revelado assim que Sparks decide um futuro para Lexie completamente diferente daquele que estávamos à espera. E essa decisão é a prova de que o amor de Lexie foi importante, sim, mas para nos fazer chegar à conclusão final daquela história. Um amor usado para chegar a outro. E é isso que emociona neste livro: o final. O final que nos deixa de lágrima no olho. E o caminho que percorremos até lá chegar que, a certa altura, nos tira o fôlego tal é a ansiedade.
Por isso, se gostam de mistério, suspense, romance e drama, este livro é mais do que indicado porque contém tudo isso. É uma mistura de géneros incrível e capaz de provocar em nós as mais diversas sensações. Afinal de contas, onde está a magia de uma leitura se não nos sentimentos que nos provoca?

Até logo, Diamond!

Obrigada pela visita!
Volta Sempre :)