domingo, 19 de novembro de 2017

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

terça-feira, 14 de novembro de 2017

«Jacaré»: a peça que junta Brasil e Portugal num só palco

terça-feira, novembro 14, 2017 4 Comments
Se pensarmos em subir a uma árvore para fugirmos de um jacaré parece-nos uma situação caricata e impossível. No entanto, na peça de Cláudio Torres Gonzaga, não há situações impossíveis.
Em “Jacaré”, um guia turístico e uma turista ficam presos no cimo de uma árvore quando tentam escapar da perseguição de um jacaré. Depois de muitos momentos tensos e divertidos chegam à conclusão de que só um poderá sair dali com vida. Mas quem?
Os atores são o humorista António Raminhos e a atriz Abbadhia Vieira, que nos vão falar um pouco acerca da peça.




A peça “Jacaré” estreia no próximo dia 16 de Novembro. O que é que nos podem dizer sobre ela?
Abbadhia: Primeiro, é um processo ricamente cultural, porque a peça original é uma peça totalmente em português brasileiro e essa adaptação para o português de Portugal foi muito curiosa, porque havia palavras que nós não conhecíamos. Eu não conhecia algumas expressões aqui de Portugal e o Raminhos não conhecia algumas palavras que estavam no texto, então, foi muito rico nesse aspeto. Depois, embora seja uma comédia, tratamos questões muito delicadas nesta peça como o valor da vida, quando estamos em perigo e quanto vale a vida de um ser humano.
Raminhos: A peça é sobre um guia turístico e uma cliente que, por acaso, enfrentam uma situação normalíssima, que consiste em ficarem os dois presos em cima de uma árvore, porque lá em baixo está um jacaré e eles não conseguem fugir. A peça acaba por ser quase uma luta entre duas pessoas para perceberem como é que eles podem sair os dois com vida dali. Portanto, é uma comédia ligeira que faz muito mais pensar sobre as decisões que temos de tomar na vida.

Pegando um pouco pelo facto de esta peça unir Brasil com Portugal, como é que surgiu a ideia de juntar a Abbadhia e o Raminhos?
Abbadhia: Nós temos em comum o autor e diretor da peça, Cláudio Torres Gonzaga, que, quando soube que eu estava a caminho de Portugal, me indicou o nome do Raminhos. Eu não conhecia o Raminhos e, quando cheguei a Portugal, apresentei-me e nós fizemos a leitura, conversámos e chegámos à conclusão de que era possível realizarmos esta peça aqui em Portugal. E faz parte dos nossos planos levá-la também ao Brasil.
Raminhos: A Abbadhia veio viver cá para Portugal e o Cláudio Gonzaga, há uns tempos, convidou-me. E eu como tenho aquela atração pelo abismo disse-lhe que sim. Ainda nem sequer tinha lido a peça e já estava a dizer “bora, vamos fazer”. Geralmente, eu tenho esta atração pelo abismo de fazer coisas que não estou habituado a fazer nem que seja para poder dizer “olha, pelo menos isto já fiz”.

Mas, geralmente, tem corrido sempre bem...
Raminhos: Sim, mas há sempre uma primeira vez para tudo! O meu maior medo é, obviamente, esquecer-me de falas ou de deixas. Até porque, eu tenho bem presente que a única peça de teatro que eu fiz foi quando andava no sexto ano. Eu fazia muitas peças e, então, há uma em que há uma fala que era de um ator e que passou para mim e eu só tinha de dizer “desde aqui da cidade do Olimpo, só vemos Barcelona” e eu disse “desde aqui da cidade do Olimpo só vemos Bruxelas” (risos).

O Raminhos está, pela primeira vez, a fazer teatro. Como se está a sair? (risos)
Raminhos: É horrível (risos). Horrível mas não é no mau sentido! O processo em si é gratificante, ou seja, estarmos a ensaiar e vermos as coisas a ganhar forma. No entanto, fazer as coisas muito bem e aprender a fazer as coisas, é horrível nesse sentido, porque é muito exigente. E, para além disso, eu continuo na rádio, tenho os espetáculos, tenho os eventos, tenho que ensaiar, tenho que aturar três miúdas em casa... (risos) Portanto, tudo isto faz puxar muito mais. Mas tem sido muito engraçado ver aquilo que no início são palavras em folhas ganhar forma.

E o facto de ser uma peça onde o humor está incluído não acaba por, também, facilitar um pouco as coisas?
Raminhos: Mais ou menos. Já tive peças que são misturas de stand up com teatro, mas aí eu tenho muito mais liberdade para improvisar. Agora, aqui, trata-se de uma peça de teatro escrita por um autor, neste caso, pelo Cláudio Torres Gonzaga, e ao ser uma peça escrita obriga a que esse improviso não possa ser assim tão grande. Eu tenho de dizer as coisas de determinada forma e com uma determinada intenção, o que acaba por não facilitar muito. Basicamente, eu estou cheio de medo (risos).

Para a Abbadhia, é fácil trabalhar com alguém com um sentido de humor tão apurado? Na medida em que a própria Abbadhia também está relacionada ao humor...
Abbadhia: Sim, sim. É um processo onde a cada ensaio a gente acrescenta alguma coisa de distinto que vai colaborar com a peça no sentido do humor. A dificuldade maior é que o Raminhos é uma pessoa acostumada a estar sozinha no palco. Então o processo mais delicado de adaptação foi fazer com que duas pessoas de humor que estão acostumadas com o humor solo, se adaptem agora a uma coisa de dueto e não um monólogo, que é uma coisa mais solo. Esse é o desafio, mas um desafio bom.

O Raminhos está habituado a atuar sozinho e agora tem de dividir o palco com outra pessoa. É complicado fazer essa divisão?
Raminhos: Não. Só é complicado mesmo nessa parte de termos de dar as deixas. Essa parte poderá, eventualmente, ser mais complicada. Mas nós damo-nos bem, criámos uma química engraçada, a Abbadhia é divertida, então, divertimo-nos bastante.

Voltando um pouco atrás, uma das coisas que a Abbadhia mencionou foi exatamente o facto de haver uma união entre Portugal e Brasil e de, no ensaio, haver uma dificuldade com a questão das palavras. Também sentiu essa dificuldade?
Raminhos: Nós temos mais facilidade porque vemos muitas novelas brasileiras, não é? Eu li a peça e falei com o Cláudio e disse que havia muitas coisas para alterar para o português de Portugal, porque não iam fazer sentido ou nós nem sequer usamos essas expressões. E, ao mesmo tempo, é muito engraçado porque às vezes eu estou a falar com a Abbadhia, fora dos ensaios, e parece que estou a falar com as minhas filhas porque de 30 em 30 segundos eu tenho de lhe estar a explicar o que é que lhe estou a querer dizer, porque há palavras que ela não percebe. Claro que eu lhe ensinei todas as asneiras possíveis e imaginárias (risos).

E, em média, quanto tempo demora uma peça destas a ser devidamente preparada e ensaiada?
Abbadhia: Eu cheguei aqui em Abril e estamos a ensair desde Maio/Junho. Tivemos alguns intervalos porque eu viajei, ele tinha as atividades dele mas, efetivamente, a gente está há três/quatro meses se preparando para isso porque, tanto ele quanto eu, temos outras atividades.


Porque é que as pessoas têm de ir ao teatro ver esta peça?
Abbadhia: Eu aposto 100%, no mínimo, pela curiosidade de ver um português e uma brasileira disputando o palco. Mas, para além disso, é uma experiência quase reflexiva porque vai fazer pensar. O cenário é diferente ao que as pessoas estão acostumadas, a situação não é uma situação comum, por isso, é uma experiência quase sensorial. Aí, somamos a estreia do Raminhos no teatro, uma brasileira que está cá há pouco tempo se acostumando com os sotaques, além de ser um espetáculo muito divertido.
Raminhos: Primeiro, porque é uma produção luso-brasileira muito simples e muito divertida. E, para quem gosta de mim ou tenha curiosidade, é a minha estreia no teatro. Espero que possa matar essa curiosidade nem que seja para me ver espalhar ao comprido (risos).



“Jacaré” é o nome da peça do conhecido humorista, Cláudio Torres Gonzaga, e tem estreia marcada para dia 16 de Novembro, no Teatro Armando Cortez, em Lisboa.


Por Cátia Sofia Barbosa in Miraonline.



domingo, 12 de novembro de 2017

Música da Semana #95

domingo, novembro 12, 2017 5 Comments


Na minha opinião, não há nada que transmita mais sentimento que o som. Sou uma apaixonada por som e, principalmente, se, com ele, vier uma mensagem tão forte como esta. Sempre adorei a voz da Alessia que, para além de doce, não é a típica voz de "diva" que toda a gente procura. É simples e é a prova de que o simples pode ser tão ou mais apaixonante que tudo o resto. Confesso que sempre que oiço esta música, oiço-a com todo o meu coração. É das mensagens mais bonitas que podem ser transmitidas. E se os artistas são, muitas vezes, vistos como um exemplo, então que o usem para fazer coisas bonitas como estas. Porque elas podem, de facto, mudar vidas. E tenho a certeza que esta música já mudou muitas. Well done, Alessia!



domingo, 5 de novembro de 2017

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Alfredo Costa: «Gosto de experimentar tudo o que sei que me aprofunda e alarga a existência»

quinta-feira, novembro 02, 2017 4 Comments
O primeiro som que ouviu foi Amália Rodrigues. A música sempre esteve presente na sua vida de uma forma ou de outra, mas foi no ensino secundário que percebeu que era isso que queria fazer para o resto da vida.

Alfredo Costa nasceu em Cabo Verde, mas veio para Portugal aos sete anos. Amante das palavras e da Arte, Alfredo afirma que “musicar as palavras é um desafio de estética muito interessante”. Assim, em 2015 decide mostrar a Portugal o seu talento através do programa The Voice Portugal. Fez parte da equipa de Marisa Liz e garante que o programa o ajudou a evoluir na forma de fazer música.



A minha vida é a palavra e a música que consigo fazer com ela”. Se a tua vida fosse um género musical, qual seria?
Seriam tantas quantos estados de espírito existem. Se estiver a jantar ou a ter uma conversa, Jazz. Se estiver a jogar futebol ou PS, rock/metal. Se estiver a escrever, o silêncio serve-me bem. Se estiver a ler sobre política, qualquer malha do Kusturica.

Em que altura surgiu esta paixão?
O primeiro som que me lembro de ouvir foi Amália. Habituei-me à presença da música ainda antes de a ouvir conscientemente. Acredito que essa presença acabou por cultivar essa paixão em mim. Acabei por dar por mim a cantar, sempre escondido, sempre com vergonha que a minha mãe (que cantava deliciosamente o seu fado) ouvisse. O momento exato em que essa paixão acordou definitivamente terá sido algures no secundário, quando tive de cantar, pela primeira vez, para um público: os meus colegas de Teatro. A expressão na cara deles disse-me tudo o que eu precisava de saber acerca do iria fazer para o resto da vida.

Sei que escreves poesia desde os treze anos. Achas que uma paixão acabou por influenciar a outra?
Surgiu quando me apaixonei a sério, pela primeira vez. A palavra escrita ajuda muito, quando a boca treme perante quem se ama. Mas a música, quando apareceu, ajudou-me a escrever melhor. Musicar as palavras é um desafio de estética muito interessante.

Já fizeste inúmeras coisas na área da música, da comunicação e da arte. És daquelas pessoas que não consegue estar parado?
Sou um apaixonado pelas palavras, pelo teatro, pela música e pelo poder construtivo de uma conversa. Tudo isto acaba por me levar a explorar várias artes. Gosto de experimentar tudo o que sei que me aprofunda e alarga a existência. Viver é, para mim, isso mesmo. Afrontar as fronteiras, nutrir e cultivar a arte que temos dentro. E é quando sais da zona de conforto que aprendes verdadeiramente e evoluis não só como profissional ou artista, mas essencialmente como pessoa.

Lutar e fazer: tem sido isso que te tem permitido continuar a lutar pelos teus sonhos?
Acreditar, fazendo. Lutar e resistir, quando as circunstâncias te puxam o tapete. A resiliência é o que distingue o capricho, da paixão. Cultivar o sonho. Criar. E nunca esquecer que “a sorte é um feliz encontro entre o talento e a oportunidade”.

Na imagem: Alfredo Costa e Luís Sequeira

“O mundo dos grandes continua a chamá-los, mas eles não atendem”. Como manter os pés bem assentes na terra num mundo tão conturbado?
Por mais que o mundo desabe e que isso até te possa mudar, de alguma forma (e muda, inevitavelmente), o importante é que essa mudança seja no sentido da aprendizagem, não da (des)evolução. Ou se ganha, ou se aprende. É essencial lembrar os princípios, a sensibilidade e o bom senso com que os nossos pais nos moldaram o caráter. E ainda que olhemos tempo demais para o abismo e que ele nos devolva o olhar, a memória do que éramos antes é a derradeira salvaguarda do nosso equilíbrio. Os amigos e a família também ajudam. 

Em 2015 foste finalista do The Voice Portugal. O que recordas desta experiência?
Maravilhoso. Primeiro a incredulidade. Depois a realidade. Entretanto a magia da concretização. A adrenalina de cantar em direto para quase 2 milhões de pessoas. O coração da Marisa. O carinho da produção. O carinho das pessoas, na rua. E uma mão cheia de bons amigos com a mesma paixão do que eu.

O que é que mudou desde então?
Talvez tenha evoluído na forma de fazer música. Não era um amador quando fui para o programa. Tinha cerca de 10 anos de música, estrada e palcos: lembro-me que meses antes tinha tocado para 20 mil pessoas. Porém, acredito que as conversas que tive com a Marisa, as interacções que partilhei com outros artistas, as pessoas que conheci, tudo isso ajudou-me a ganhar alguma coisa que, quero acreditar, me tornou melhor no que faço.

O que nos podes dizer sobre os Skills and the Bunny Crew?
Para já, nada. As coisas vão acontecer. No tempo certo.

Para quando o álbum a solo?
Comecei, pela primeira vez desde que tenho a banda, a tratar do meu projeto a solo. Senti que estava na hora. Está a dar-me pica que eu imaginava. Mas é algo para acontecer apenas depois da banda estar lançada. Cada coisa a seu tempo. Primeiro a banda. Depois eu.



Terminada esta entrevista, resta-nos agradecer ao Alfredo por toda a sua disponibilidade e atenção e, acima de tudo, por ter aceitado o nosso convite.

domingo, 29 de outubro de 2017

Música da Semana #93

domingo, outubro 29, 2017 5 Comments


Não há nada melhor do que vermos evoluções e crescimentos. O Niall é um desses casos. Acompanho-o há anos. A diferença do antes para o agora é que sempre o vi enquanto artista de uma banda. Hoje, consigo vê-lo como um artista solo completamente único. Sempre soube que esse dia ia chegar porque sempre acreditei no talento que o irlandês tinha para mostrar e que estava, algures, disfarçado. O momento chegou e a This Town será sempre a recordação do que é vermos alguém como o Niall voar e mostrar ao mundo que somos do tamanho dos nossos sonhos. 

sábado, 28 de outubro de 2017

Opinião: «The Boss Baby»

sábado, outubro 28, 2017 5 Comments
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Na semana passada, vi pela segunda vez este filme. Quando reparei que ainda não tinha escrito sobre ele aqui no blog fiquei chateada comigo mesma. Como assim ainda não vos tinha falado do The Boss Baby? É só dos meus filmes de animação favoritos! Está super bem conseguido e é um filme incrivelmente querido. Posto isto, e para vos abrir o apetite, vou falar-vos um pouquinho sobre este filme.
The Boss Baby é um filme de animação americano baseado num livro de Marla Frazee. Lançado em Março de 2017, conta com as vozes de Alec Baldwin e Steve Buscemi nos papéis principais e é dirigido por Tom McGrath.
No que diz respeito ao enredo, a história dá-nos a conhecer Tim, um menino de sete anos que é filho único e que vê a sua vida mudar com a chegada de um irmãozinho. A questão é que o irmão não é um bebé qualquer. Ele chega de terno e fala. Quando se apercebe disso, Tim faz de tudo para provar aos pais que o bebé não é de confiança e para expulsá-lo de casa. O que ele não sabe é que, para expulsar o bebé de sua casa, vai ter de se unir a ele.
Penso que, do ponto de vista da história, este filme é bastante interessante porque, para além de brincar com a questão "de onde vêm os bebés?", aborda de forma bastante sensível o que é ter um irmão e o que é que isso implica para os pais e para as próprias crianças. Tenho um irmão e sei o quão incrível é a sensação de partilha. O filme aborda bem essa questão, mas também aborda a questão dos ciúmes que uma criança mais velha sente quando a atenção que antes era totalmente sua passa a ser dividida com outro ser. E essa questão é muito bem apresentada pela personagem de Tim, que sofre bastante quando sente que o coração dos seus pais pode deixar de ter espaço para ele. 
Posto isto, e se são fãs de filmes de animação, recomendo vivamente que vejam este. É incrível e os personagens criados estão bastante interessantes. Para além disso, a própria história em si é deliciante. Tenho a certeza que não se vão arrepender! 


Já viram este filme?
Qual foi o último filme que viram?



domingo, 15 de outubro de 2017

Música da Semana #92

domingo, outubro 15, 2017 8 Comments


Sou super super fã do Shawn Mendes. Na minha opinião, tem uma das vozes mais bonitas de sempre e canta com um sentimento incrível! Ruin é uma das músicas que mais gosto de ouvir. Tem uma letra lindíssima e chega-me diretamente ao coração, motivo pelo qual é a música desta semana!



Aproveito para vos pedir desculpa pela minha ausência mas com o mestrado tem sido super complicado ter tempo para tanta coisa. Espero que continuem desse lado! <3

domingo, 1 de outubro de 2017

Remember Teen Wolf

domingo, outubro 01, 2017 6 Comments


Disse "adeus" à minha série favorita de sempre! Sou viciada em séries, como vocês bem sabem. E, por isso, sigo imensas. No entanto, nunca nenhuma superou Teen Wolf. É, de longe, a minha série favorita.
Há uma semana vi-a ter fim. Não consegui ver logo o último episódio porque não estava preparada para dizer aos meus atores favoritos e às melhores personagens alguma vez inventadas. Entretanto, vi-o duas vezes. Precisei de me despedir duas vezes e, mesmo assim, não o sinto como uma despedida. Há três anos, estas personagens entraram na minha vida e depositaram-lhe mais alegria, fantasia e magia. Acima de tudo, ensinaram-me a acreditar. E acreditar é tão raro hoje em dia. Amo a ficção por isso mesmo. Porque, apesar de ser ficção, mostra-nos exatamente aquilo que a vida devia ser e tantas vezes nos esquecemos. E, depois de Teen Wolf, a minha vida ganhou um novo rumo. Hoje, acredito que a nossa força vence tudo. Sou mais corajosa graças ao Scott e mais divertida graças ao Stiles. Tenho uma personalidade forte como a da Lydia e sei ser fria quando é preciso como o Theo. Tenho a sensibilidade do Liam e a valentia do Derek. Na verdade, retirei um bocadinho de cada personagem e depositei-a em mim, afinal, às vezes só precisamos de um empurrãozinho para descobrirmos aquilo que, de facto, queremos ser. E, outras vezes, esse empurrão está na ficção e naquilo que brilhantes atores nos contam através de fantásticos personagens.
Obrigada Jeff, por esta série! E obrigada, Teen Wolf, pelas lições de vida e de amizade!



domingo, 24 de setembro de 2017

Música da Semana #91

domingo, setembro 24, 2017 4 Comments



Já acompanho o Niall há muitos anos. Os One Direction fizeram parte da minha adolescência e, ainda hoje, vou ouvir aquela música quando sinto aquela saudade. Continuei a acompanhá-los nos seus percursos a solo. Esta música faz-me sentir calma e voltar aos tempos em que não me preocupava com nada. Faz-me ter memórias e sentir-me em casa onde quer que esteja. É das músicas que mais oiço ultimamente e, agora, a música da semana.




quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Realizações de 2017 #8: Colocação em Mestrado

quinta-feira, setembro 21, 2017 11 Comments
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Terça-feira regresso à cidade do meu coração. Há uns tempos escrevi um post sobre o facto de querer que Coimbra me recebesse de novo. Na segunda-feira, ao acordar, tive a melhor notícia de sempre: fui colocada em Mestrado. 
Quando concorri, concorri só para Coimbra. Passei o último ano da Licenciatura a ponderar e cheguei à conclusão de que não queria lugar nenhum a não ser a FLUC. Infelizmente, não o consegui à primeira. Mas insisti porque acho que somos do tamanho dos nossos sonhos. Assim, tentei mais uma vez e o resultado foi positivo. A prova de que nunca devemos desistir daquilo que realmente queremos. Vejo, assim, começar uma nova etapa na minha vida: o Mestrado em Jornalismo e Comunicação, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. A faculdade que me viu nascer e aquela que fez de mim o que sou hoje.
Estou tão feliz e ansiosa que nem imaginam. Agora, desejem-me sorte. Sinto que vou precisar.


Nunca desistam daquilo que querem!


terça-feira, 19 de setembro de 2017

Mulher para presidente? Não!

terça-feira, setembro 19, 2017 10 Comments


Colocaram-me a questão: “porque é que um homem teme uma mulher para presidente?”. Tentei refletir e encontrar uma resposta certa para essa pergunta, mas percebi que não a tinha. Lembrei-me, então, de um título que li algures “homem não teme mulher independente, mas teme mulher autónoma”.
A verdade é que, durante muitos séculos, a  mulher foi sustentada pelo marido. Era vista como incapaz e impotente. E, atualmente, as coisas já não funcionam assim. As mulheres ganham o seu próprio dinheiro e são independentes. Mas penso que não seja a independência o que mais assusta os homens, mas a autonomia. Sim, porque autonomia e independência são duas coisas distintas. Enquanto uma mulher independente pode não ser autónoma, uma mulher autónoma vai ser sempre independente. Isto porque vai à luta, procura, investiga, toma iniciativa e não tem medo de mostrar que não precisa de ninguém para se afirmar.
Ora, partindo deste princípio, talvez se encontre uma possível resposta para a difícil questão colocada no início deste artigo. Quando uma mulher decide que quer ser presidente é, claramente, autónoma. Aliás, é dos maiores atos de autonomia que podem existir. É o querer ir mais além, é o querer governar. E se uma mulher que tem autonomia quanto a si mesma já assusta um homem, imaginem com autonomia quanto a um país inteiro. Isso, aliado ao facto de a mulher já ter sido dependente e vista como um ser inferior, assusta. Nem todos os homens estão habituados ou aceitam que o estatuto da mulher tenha mudado ao longo dos anos. Alguns ainda a encaram como incapaz de assumir algumas funções, funções essas que, para eles, são funções apenas de homens. E quando uma mulher tenta assumir essas funções, nem todos estão de acordo.
Posto isto, penso que a questão “porque é que um homem teme uma mulher para presidente?” vai ser sempre difícil de responder. Acho que nem os próprios homens têm a resposta certa para essa pergunta. Mas também penso que é exatamente por aí que temos de começar a refletir. Não será que o facto de não termos resposta para essa questão já é, por si só, uma resposta?

Publicado em Repórter Sombra.


domingo, 17 de setembro de 2017

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Sara Madeira: «Sinto que já nasci com uma grande paixão pela arte em geral.»

quarta-feira, setembro 13, 2017 10 Comments
Em 2009, vimo-la ganhar asas no programa Uma Canção Para Ti. A “voz limpa” da Sara não passou despercebida ao público, que contribuiu para que a jovem chegasse às meias finais do concurso da TVI. Mas a sua paixão pela música –e pelas artes em geral- não a deixou desistir e, atualmente, Sara Madeira é vocalista da banda Secret Lie, primeira banda portuguesa a alcançar o top internacional da Balcony TV.
Para além da música, Sara está também ligada ao teatro. E, nesta entrevista, fala-nos de todos estes aspetos e, sobretudo, de todo o seu percurso no mundo artístico.




Estás ligada à música e ao teatro. Sentes que nasceste para ser artista?
Sinto que já nasci com uma grande paixão pela arte em geral. Não só pela música ou pelo teatro. Adoro dança, apesar de não ser de todo o meu dom, mas também pela pintura. Adoro pintar sempre que tenho tempo livre, por isso estaria sempre envolvida neste meio que é o que mais me apaixona.

O que é que ser vocalista de uma banda te tem ensinado?
Tem-me ajudado muito no meu desenvolvimento profissional e pessoal, obviamente. Sempre fui tímida em ambientes que desconheço, e um concerto é uma exposição, é estar num espaço novo a actuar para pessoas que nos admiram mas que não conhecemos. Foi preciso crescer e ter uma certa coragem e disponibilidade, que teria de adquirir mais tarde ou mais cedo, visto que tanto na música como no teatro é fundamental.

E como surgiu essa oportunidade de seres vocalista dos Secret Lie?
Fiz um casting no Teatro São Carlos, na altura dos Santos Populares. Lembro-me perfeitamente. Estava muito descontraída porque, na realidade, não esperava de todo ser escolhida, tinha 16 anos e estava a "competir", digamos, com vozes muito mais maduras e com uma experiência que eu não tinha. Pelos vistos era exactamente isso que eles procuravam, o que foi óptimo para mim.

Numa palavra, como definirias o vosso percurso?
Posso utilizar duas? Rico e complicado.

Hoje em dia, ainda há muita gente a abordar-te como sendo a “Sara do Uma Canção Para Ti”?
Hoje em dia já não. Na altura lembro-me que foi uma febre, e era estranho porque éramos crianças e andávamos sempre juntos. Mas ao mesmo tempo achávamos muita piada a esse reconhecimento e a esse "cheirinho" do que é ser conhecido.

Quando olhas para trás e regressas a esse tempo, que memórias se sobressaem?
O descobrir do mundo por detrás das câmaras, a loucura que era estar em bastidores, ser maquilhada e penteada ao lado de caras que conhecemos da televisão e que acompanhamos. Tive o prazer de cantar com Simone de Oliveira, Anabela e Fernando Tordo, grandes nomes que sempre admirei, acompanhada de uma orquestra de músicos extraordinários. E, claro, todos os amigos que fiz e que se mantêm até hoje e que com certeza serão meus amigos para sempre!




Em que é que o programa foi benéfico para te ajudar a chegar onde estás hoje?
Eu digo sempre que tudo começou com o programa. Foi o empurrão e a ajuda que precisava para fazer o que já faço hoje em dia. Foi a primeira vez que cantei em público, e acho que esse choque foi necessário. Conheci muitas pessoas com quem já trabalhei entretanto e aprendi muitas coisas que me são indispensáveis hoje em dia.

E o teatro: em que momento surge na tua vida?
Sempre fez parte dos meus objectivos, mas só apareceu mesmo quando entrei na universidade.

Estas duas áreas acabam por completar-se na tua vida profissional. No entanto, preferes que as pessoas te recordem como a Sara cantora ou a Sara atriz?
É uma boa questão! Se conseguir ser mesmo boa nas duas áreas prefiro que me recordem como actriz cantora!

Para além da voz, o que é que tu e a Vaiana têm em comum?
Temos as duas pêlo na venta (risos) e não ficamos felizes com um "não", somos teimosas e determinadas e queremos sempre ver mais além do que nos é imposto. Sonhamos muito e achamos que conseguimos mudar o mundo!




Terminada esta entrevista resta-me agradecer à Sara por ter aceitado o meu convite e, acima de tudo, por toda a disponibilidade e simpatia.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Opinião: «Porta com Porta»

terça-feira, setembro 12, 2017 3 Comments
Foto de Clube de Fãs Sofia Alves.


Se seguem atentamente o blog sabem que sou apaixonada por teatro. E, sendo assim, sempre que posso não dispenso ir assistir a uma peça. É revitalizante e faz-me um bem à alma que nem imaginam!
No sábado passado, não hesitei em ir assistir à peça Porta com Porta. Assim que vi que ia estar aqui e que ia poder ver, pela primeira vez, a minha atriz favorita em cena fui logo comprar o bilhete! Sou fã do trabalho da Sofia Alves há anos. É a minha atriz portuguesa favorita e é também a mulher mais bonita que Portugal já viu, na minha opinião, é claro. Quando a vi, finalmente, em cena e à minha frente nem queria acreditar. Foi quase um sonho tornado realidade. A atriz não desiludiu e o ser humano também não. No fim do espetáculo -e já no exterior do auditório- não faltou simpatia, sorrisos e muitos abraços a quem por ela passava. E é tão bom ver alguém tão grato e que, acima de tudo, é tão lindo por fora quanto o é por dentro!
Para além da Sofia, claro que também estava bastante ansiosa para ver o desempenho do João de Carvalho. Desde pequenina que o acompanho e é um ator fantástico. E mostrou isso ao longo de toda esta peça. Muito profissionalismo e, acima de tudo, uma paixão incrível naquilo que faz!
Agora que já falei um pouquinho sobre os atores, claro que vos vou falar também da peça em si. Portanto, Porta com Porta é uma comédia escrita por Lázaro Matheus, que estreou em Portugal "nas mãos" da atriz Sofia Alves e do ator João de Carvalho, e cuja direção é de Celso Cleto. Esta peça apresenta-nos Rute, uma mulher independente na casa dos 40 anos que resolve comprar um apartamento num local de prestígio. O que ela não esperava é que viesse a viver porta com porta com o seu ex-marido, Tony. De facto, Tony está longe de ser o vizinho ideal para Rute e a relação de ambos revela-se bastante atribulada. 
No final do espetáculo, saí daquela porta com um novo humor e uma nova alma. É incrível o poder que o teatro pode ter sobre nós. E recomendo vivamente esta peça. Já li diversas opiniões sobre a mesma, mas a minha não podia ser mais positiva. O trabalho do João e da Sofia é incrível, não podendo esquecer-me de todos aqueles que estão por trás da peça e que contribuem para que ela esteja tão bem conseguida. Por isso, e se também são amantes de teatro, não percam esta peça e tirem um bocadinho do vosso tempo para valorizar a cultura e os nossos atores portugueses que são, sem dúvida, um orgulho para o nosso país.


domingo, 10 de setembro de 2017

Música da Semana #89

domingo, setembro 10, 2017 3 Comments


Por motivos de força maior, esta rubrica tem saído prejudicada nas últimas semanas. Há algum tempo que não elegia a música da semana mas... está de volta!
Esta semana escolhi uma das minhas músicas favoritas de sempre! Flashlight é tipo aquela música que me fez apaixonar assim que a ouvi pela primeira vez. Já perdi a conta ao número de vezes que a ouvi (porque sou viciada) e, mesmo assim, não me canso! A letra é tão linda e toca-me de uma forma que não tem descrição. E a Jessie J é, simplesmente, espetacular!


Quem daí gosta desta música? :)




quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Aprender a viver com TPM

quarta-feira, setembro 06, 2017 5 Comments

Quando somos pequenas, somos preparadas para sermos mulheres e tudo o que isso implica. E, claro, a menstruação é o tema que nunca falta quando falamos sobre feminilidade.
Crescemos e chegamos à tão aguardada (ou não) fase. “Estás uma mulherzinha” é aquele cliché que todas –ou quase todas- ouvimos. Mas a verdade é que, por mais positivo que seja, não é fácil. A TPM ataca e nem sempre sabemos lidar com ela da melhor forma. Isto porque chegam as cólicas, as dores de tudo e mais alguma coisa, as mudanças de humor e a sensibilidade excessiva. Todos os meses há aquela fase em que nos transformamos completamente, tudo nos irrita ou nos deixa sensível e, em alguns casos, é inevitável pensar “bolas, não quero ter de conviver com isto”. A relação com esta fase da nossa vida nem sempre é fácil, é verdade. Mas a verdade é que, lá no fundo, tudo se trata de uma questão de aprendizagem. Há que aprender a viver com tudo o que o nosso corpo nos dá. E a menstruação vai sempre fazer parte de nós. E ter orgulho em ser mulher é, também, ter orgulho em tudo o que isso implica. Há imensos cuidados que podemos ter para vivermos essa fase da melhor forma possível, métodos que nos deixam mais descontraídas e soluções eficazes. Portanto, não é um bicho de sete cabeças desde que saibamos lidar com o nosso corpo da melhor forma possível.
Penso que a coisa mais importante que podemos fazer para cuidar de nós é ouvir o nosso corpo. E se a menstruação é algo que nos acompanha todos os meses, porque não aprendermos a lidar com ela? É uma aprendizagem contínua em que ouvir o que o nosso corpo nos tenta transmitir é extremamente importante. Se o fizermos vamos, certamente, conviver de forma muito mais saudável com cada característica que a TPM traz aliada a si. E vamos começar a tratar cada sintoma por “tu”.
Uma vez, li uma frase que dizia “namora com alguém que entenda que em dia de TPM és outra pessoa”. Eu prefiro usar essa frase de outra forma: entende que, em dia de TPM, és outra pessoa. Se tu souberes lidar contigo e com todas as tuas emoções vais, certamente, viver muito melhor cada fase que a tua feminilidade te trouxer. E isso só será possível quando te conheceres por completo. A ti e ao teu corpo. 

Publicado em Repórter Sombra.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Realizações de 2017: Belieber Party e Red Bull Air Race #7

terça-feira, setembro 05, 2017 3 Comments
Resultado de imagem para porto

Photo: Porto © Arq. Turismo de Portugal

Estou de volta depois de um fim de semana in-crí-vel! E, claro, vou contar-vos tudo! Esta minha ausência do blog nos últimos dias foi sofrida, é verdade, mas foi tudo por dois bons motivos! 
No sábado, tive a minha primeira emissão em direto na Rádio Radical. Estivemos em direto da Belieber Party, no Hard Club, no Porto. Foi fantástico! Em primeiro lugar, porque nunca tinha ido ao Hard Club (para minha eterna vergonha) e é um espaço fabuloso! E, em segundo lugar, porque estava ansiosa por um evento deste calibre com a rádio. A verdade é que estava super nervosa, mas assim que lá cheguei senti-me completamente em casa e isso deve-se muito à equipa fantástica que me acompanhou. Acho que foi uma tarde incrível para todos nós.
Por outro lado, terminei o fim de semana da melhor forma. Estive no Red Bull Air Race e amei! Há imenso tempo que ansiava por isto e estar, finalmente, lá foi um sonho! Amei o ambiente, os aviões, a energia, a multidão e, acima de tudo, a paisagem. Não havia melhor sítio para um evento destes. É uma conjugação perfeita e única e é das imagens mais bonitas que vou guardar na minha memória. Foi uma tarde repleta de sorrisos, emoção e beleza.
Posto isto, só vos consigo dizer que não há palavras para descrever a forma como setembro entrou na minha vida. O mês não podia ter começado de melhor forma e isto só me faz pensar naquilo que já pensei tantas vezes este ano... 2017 está a ser O ano! E eu não me podia sentir mais sortuda pelas coisas fantásticas que estou a vivenciar!


Acompanharam o Red Bull Air Race?
E a emissão da rádio? :)



quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Castelo de Santa Maria da Feira (Aveiro)

quinta-feira, agosto 31, 2017 9 Comments
Como sabem, adoro viajar e conhecer novos lugares. Como tal, no passado mês de julho, tirei um dia para ir a Santa Maria da Feira visitar uma das minhas melhores amigas. Nunca tinha estado lá e, na primeira visita, optámos por ir visitar o Castelo de Santa Maria da Feira e garanto-vos que foi uma tarde super animada!
O Castelo é fantástico e dá vontade de o percorrer de uma ponta à outra (óbvio que foi o que fiz ihih). Mas, como sempre, não me esqueci de vocês e, por isso, fotografei o máximo que consegui! :)




O Castelo de Santa Maria da Feira localiza-se em Santa Maria da Feira, distrito de Aveiro, e é um exemplo bastante importante da arquitetura militar medieval no país. As imagens falam por si.


























Aproveito para referir que as imagens foram tiradas com a câmara do telemóvel, daí a qualidade não ser das melhores. No entanto, acho que dá para perceber a beleza e grandiosidade deste castelo que recomendo que visitem! É encantador e é indescritível o que se sente assim que se entra lá. 

Já conhecem o Castelo?
Por onde têm andado ultimamente? :)


terça-feira, 29 de agosto de 2017

TAG: Irmandade do/as Bloggers

terça-feira, agosto 29, 2017 11 Comments
Olá, pessoal!
Há uns dias, fui nomeada pelo Miguel Oliveira, do blog Escritalhada, para responder a esta TAG. Finalmente, arranjei um tempinho e aqui vai :p



Não vou nomear blogs para responder à TAG, porque não quero ter de escolher entre vocês. Por isso, nomeio todos aqueles que responderem a este post nos comentários :p

As questões que o Miguel me fez são as seguintes:

1. Como vês o teu blog daqui a 5 anos?
Sinceramente, não penso muito nisso. Não sou de imaginar o que vai acontecer daqui a cinco ou dez anos. Prefiro deixar as coisas acontecer, lutando sempre pelos meus sonhos. E, por isso, não sei como vai estar o blog daqui a cinco anos, mas sei que vou lutar para que cresça todos os dias.

2. Qual é a tua rotina perfeita?
Nenhuma. Não gosto de rotinas. Acredito que só vivemos plenamente se a cada segundo as coisas estiverem diferentes!

3. O que não dispensas na tua playlist?
Músicas do Diogo Piçarra e dos Blind Zero!

4. O teu maior arrependimento?
Não arriscar. Só me arrependo do que não faço e, infelizmente, já perdi algumas oportunidades por não ter arriscado.

5. Onde te vês com 50 anos?
Num lugar que me faça feliz. Não me interessa qual, só sei que quero estar num lugar a que possa chamar "casa" e a fazer aquilo que mais gosto.

6. O que farias com um milhão de euros?
Doava uma parte para associações e, com o resto, viajava!

7. O que te preocupa no mundo atualmente?
A falta de humanidade das pessoas!

8. Países a não dispensar se fosses rica?
Brasil, Itália, Alemanha, Inglaterra... Ok, todos, na verdade (risos)~

9. Praia ou campo?
I will always choose praia <3

10. Qual o papel da religião na tua vida?
Muito importante, para dizer a verdade. É, muitas vezes, a minha âncora!

Até logo, Diamond!

Obrigada pela visita!
Volta Sempre :)