domingo, 24 de setembro de 2017

Música da Semana #91

domingo, setembro 24, 2017 0 Comments



Já acompanho o Niall há muitos anos. Os One Direction fizeram parte da minha adolescência e, ainda hoje, vou ouvir aquela música quando sinto aquela saudade. Continuei a acompanhá-los nos seus percursos a solo. Esta música faz-me sentir calma e voltar aos tempos em que não me preocupava com nada. Faz-me ter memórias e sentir-me em casa onde quer que esteja. É das músicas que mais oiço ultimamente e, agora, a música da semana.




quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Realizações de 2017 #8: Colocação em Mestrado

quinta-feira, setembro 21, 2017 10 Comments
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Terça-feira regresso à cidade do meu coração. Há uns tempos escrevi um post sobre o facto de querer que Coimbra me recebesse de novo. Na segunda-feira, ao acordar, tive a melhor notícia de sempre: fui colocada em Mestrado. 
Quando concorri, concorri só para Coimbra. Passei o último ano da Licenciatura a ponderar e cheguei à conclusão de que não queria lugar nenhum a não ser a FLUC. Infelizmente, não o consegui à primeira. Mas insisti porque acho que somos do tamanho dos nossos sonhos. Assim, tentei mais uma vez e o resultado foi positivo. A prova de que nunca devemos desistir daquilo que realmente queremos. Vejo, assim, começar uma nova etapa na minha vida: o Mestrado em Jornalismo e Comunicação, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. A faculdade que me viu nascer e aquela que fez de mim o que sou hoje.
Estou tão feliz e ansiosa que nem imaginam. Agora, desejem-me sorte. Sinto que vou precisar.


Nunca desistam daquilo que querem!


terça-feira, 19 de setembro de 2017

Mulher para presidente? Não!

terça-feira, setembro 19, 2017 10 Comments


Colocaram-me a questão: “porque é que um homem teme uma mulher para presidente?”. Tentei refletir e encontrar uma resposta certa para essa pergunta, mas percebi que não a tinha. Lembrei-me, então, de um título que li algures “homem não teme mulher independente, mas teme mulher autónoma”.
A verdade é que, durante muitos séculos, a  mulher foi sustentada pelo marido. Era vista como incapaz e impotente. E, atualmente, as coisas já não funcionam assim. As mulheres ganham o seu próprio dinheiro e são independentes. Mas penso que não seja a independência o que mais assusta os homens, mas a autonomia. Sim, porque autonomia e independência são duas coisas distintas. Enquanto uma mulher independente pode não ser autónoma, uma mulher autónoma vai ser sempre independente. Isto porque vai à luta, procura, investiga, toma iniciativa e não tem medo de mostrar que não precisa de ninguém para se afirmar.
Ora, partindo deste princípio, talvez se encontre uma possível resposta para a difícil questão colocada no início deste artigo. Quando uma mulher decide que quer ser presidente é, claramente, autónoma. Aliás, é dos maiores atos de autonomia que podem existir. É o querer ir mais além, é o querer governar. E se uma mulher que tem autonomia quanto a si mesma já assusta um homem, imaginem com autonomia quanto a um país inteiro. Isso, aliado ao facto de a mulher já ter sido dependente e vista como um ser inferior, assusta. Nem todos os homens estão habituados ou aceitam que o estatuto da mulher tenha mudado ao longo dos anos. Alguns ainda a encaram como incapaz de assumir algumas funções, funções essas que, para eles, são funções apenas de homens. E quando uma mulher tenta assumir essas funções, nem todos estão de acordo.
Posto isto, penso que a questão “porque é que um homem teme uma mulher para presidente?” vai ser sempre difícil de responder. Acho que nem os próprios homens têm a resposta certa para essa pergunta. Mas também penso que é exatamente por aí que temos de começar a refletir. Não será que o facto de não termos resposta para essa questão já é, por si só, uma resposta?

Publicado em Repórter Sombra.


domingo, 17 de setembro de 2017

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Sara Madeira: «Sinto que já nasci com uma grande paixão pela arte em geral.»

quarta-feira, setembro 13, 2017 10 Comments
Em 2009, vimo-la ganhar asas no programa Uma Canção Para Ti. A “voz limpa” da Sara não passou despercebida ao público, que contribuiu para que a jovem chegasse às meias finais do concurso da TVI. Mas a sua paixão pela música –e pelas artes em geral- não a deixou desistir e, atualmente, Sara Madeira é vocalista da banda Secret Lie, primeira banda portuguesa a alcançar o top internacional da Balcony TV.
Para além da música, Sara está também ligada ao teatro. E, nesta entrevista, fala-nos de todos estes aspetos e, sobretudo, de todo o seu percurso no mundo artístico.




Estás ligada à música e ao teatro. Sentes que nasceste para ser artista?
Sinto que já nasci com uma grande paixão pela arte em geral. Não só pela música ou pelo teatro. Adoro dança, apesar de não ser de todo o meu dom, mas também pela pintura. Adoro pintar sempre que tenho tempo livre, por isso estaria sempre envolvida neste meio que é o que mais me apaixona.

O que é que ser vocalista de uma banda te tem ensinado?
Tem-me ajudado muito no meu desenvolvimento profissional e pessoal, obviamente. Sempre fui tímida em ambientes que desconheço, e um concerto é uma exposição, é estar num espaço novo a actuar para pessoas que nos admiram mas que não conhecemos. Foi preciso crescer e ter uma certa coragem e disponibilidade, que teria de adquirir mais tarde ou mais cedo, visto que tanto na música como no teatro é fundamental.

E como surgiu essa oportunidade de seres vocalista dos Secret Lie?
Fiz um casting no Teatro São Carlos, na altura dos Santos Populares. Lembro-me perfeitamente. Estava muito descontraída porque, na realidade, não esperava de todo ser escolhida, tinha 16 anos e estava a "competir", digamos, com vozes muito mais maduras e com uma experiência que eu não tinha. Pelos vistos era exactamente isso que eles procuravam, o que foi óptimo para mim.

Numa palavra, como definirias o vosso percurso?
Posso utilizar duas? Rico e complicado.

Hoje em dia, ainda há muita gente a abordar-te como sendo a “Sara do Uma Canção Para Ti”?
Hoje em dia já não. Na altura lembro-me que foi uma febre, e era estranho porque éramos crianças e andávamos sempre juntos. Mas ao mesmo tempo achávamos muita piada a esse reconhecimento e a esse "cheirinho" do que é ser conhecido.

Quando olhas para trás e regressas a esse tempo, que memórias se sobressaem?
O descobrir do mundo por detrás das câmaras, a loucura que era estar em bastidores, ser maquilhada e penteada ao lado de caras que conhecemos da televisão e que acompanhamos. Tive o prazer de cantar com Simone de Oliveira, Anabela e Fernando Tordo, grandes nomes que sempre admirei, acompanhada de uma orquestra de músicos extraordinários. E, claro, todos os amigos que fiz e que se mantêm até hoje e que com certeza serão meus amigos para sempre!




Em que é que o programa foi benéfico para te ajudar a chegar onde estás hoje?
Eu digo sempre que tudo começou com o programa. Foi o empurrão e a ajuda que precisava para fazer o que já faço hoje em dia. Foi a primeira vez que cantei em público, e acho que esse choque foi necessário. Conheci muitas pessoas com quem já trabalhei entretanto e aprendi muitas coisas que me são indispensáveis hoje em dia.

E o teatro: em que momento surge na tua vida?
Sempre fez parte dos meus objectivos, mas só apareceu mesmo quando entrei na universidade.

Estas duas áreas acabam por completar-se na tua vida profissional. No entanto, preferes que as pessoas te recordem como a Sara cantora ou a Sara atriz?
É uma boa questão! Se conseguir ser mesmo boa nas duas áreas prefiro que me recordem como actriz cantora!

Para além da voz, o que é que tu e a Vaiana têm em comum?
Temos as duas pêlo na venta (risos) e não ficamos felizes com um "não", somos teimosas e determinadas e queremos sempre ver mais além do que nos é imposto. Sonhamos muito e achamos que conseguimos mudar o mundo!




Terminada esta entrevista resta-me agradecer à Sara por ter aceitado o meu convite e, acima de tudo, por toda a disponibilidade e simpatia.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Opinião: «Porta com Porta»

terça-feira, setembro 12, 2017 3 Comments
Foto de Clube de Fãs Sofia Alves.


Se seguem atentamente o blog sabem que sou apaixonada por teatro. E, sendo assim, sempre que posso não dispenso ir assistir a uma peça. É revitalizante e faz-me um bem à alma que nem imaginam!
No sábado passado, não hesitei em ir assistir à peça Porta com Porta. Assim que vi que ia estar aqui e que ia poder ver, pela primeira vez, a minha atriz favorita em cena fui logo comprar o bilhete! Sou fã do trabalho da Sofia Alves há anos. É a minha atriz portuguesa favorita e é também a mulher mais bonita que Portugal já viu, na minha opinião, é claro. Quando a vi, finalmente, em cena e à minha frente nem queria acreditar. Foi quase um sonho tornado realidade. A atriz não desiludiu e o ser humano também não. No fim do espetáculo -e já no exterior do auditório- não faltou simpatia, sorrisos e muitos abraços a quem por ela passava. E é tão bom ver alguém tão grato e que, acima de tudo, é tão lindo por fora quanto o é por dentro!
Para além da Sofia, claro que também estava bastante ansiosa para ver o desempenho do João de Carvalho. Desde pequenina que o acompanho e é um ator fantástico. E mostrou isso ao longo de toda esta peça. Muito profissionalismo e, acima de tudo, uma paixão incrível naquilo que faz!
Agora que já falei um pouquinho sobre os atores, claro que vos vou falar também da peça em si. Portanto, Porta com Porta é uma comédia escrita por Lázaro Matheus, que estreou em Portugal "nas mãos" da atriz Sofia Alves e do ator João de Carvalho, e cuja direção é de Celso Cleto. Esta peça apresenta-nos Rute, uma mulher independente na casa dos 40 anos que resolve comprar um apartamento num local de prestígio. O que ela não esperava é que viesse a viver porta com porta com o seu ex-marido, Tony. De facto, Tony está longe de ser o vizinho ideal para Rute e a relação de ambos revela-se bastante atribulada. 
No final do espetáculo, saí daquela porta com um novo humor e uma nova alma. É incrível o poder que o teatro pode ter sobre nós. E recomendo vivamente esta peça. Já li diversas opiniões sobre a mesma, mas a minha não podia ser mais positiva. O trabalho do João e da Sofia é incrível, não podendo esquecer-me de todos aqueles que estão por trás da peça e que contribuem para que ela esteja tão bem conseguida. Por isso, e se também são amantes de teatro, não percam esta peça e tirem um bocadinho do vosso tempo para valorizar a cultura e os nossos atores portugueses que são, sem dúvida, um orgulho para o nosso país.


domingo, 10 de setembro de 2017

Música da Semana #89

domingo, setembro 10, 2017 3 Comments


Por motivos de força maior, esta rubrica tem saído prejudicada nas últimas semanas. Há algum tempo que não elegia a música da semana mas... está de volta!
Esta semana escolhi uma das minhas músicas favoritas de sempre! Flashlight é tipo aquela música que me fez apaixonar assim que a ouvi pela primeira vez. Já perdi a conta ao número de vezes que a ouvi (porque sou viciada) e, mesmo assim, não me canso! A letra é tão linda e toca-me de uma forma que não tem descrição. E a Jessie J é, simplesmente, espetacular!


Quem daí gosta desta música? :)




quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Aprender a viver com TPM

quarta-feira, setembro 06, 2017 5 Comments

Quando somos pequenas, somos preparadas para sermos mulheres e tudo o que isso implica. E, claro, a menstruação é o tema que nunca falta quando falamos sobre feminilidade.
Crescemos e chegamos à tão aguardada (ou não) fase. “Estás uma mulherzinha” é aquele cliché que todas –ou quase todas- ouvimos. Mas a verdade é que, por mais positivo que seja, não é fácil. A TPM ataca e nem sempre sabemos lidar com ela da melhor forma. Isto porque chegam as cólicas, as dores de tudo e mais alguma coisa, as mudanças de humor e a sensibilidade excessiva. Todos os meses há aquela fase em que nos transformamos completamente, tudo nos irrita ou nos deixa sensível e, em alguns casos, é inevitável pensar “bolas, não quero ter de conviver com isto”. A relação com esta fase da nossa vida nem sempre é fácil, é verdade. Mas a verdade é que, lá no fundo, tudo se trata de uma questão de aprendizagem. Há que aprender a viver com tudo o que o nosso corpo nos dá. E a menstruação vai sempre fazer parte de nós. E ter orgulho em ser mulher é, também, ter orgulho em tudo o que isso implica. Há imensos cuidados que podemos ter para vivermos essa fase da melhor forma possível, métodos que nos deixam mais descontraídas e soluções eficazes. Portanto, não é um bicho de sete cabeças desde que saibamos lidar com o nosso corpo da melhor forma possível.
Penso que a coisa mais importante que podemos fazer para cuidar de nós é ouvir o nosso corpo. E se a menstruação é algo que nos acompanha todos os meses, porque não aprendermos a lidar com ela? É uma aprendizagem contínua em que ouvir o que o nosso corpo nos tenta transmitir é extremamente importante. Se o fizermos vamos, certamente, conviver de forma muito mais saudável com cada característica que a TPM traz aliada a si. E vamos começar a tratar cada sintoma por “tu”.
Uma vez, li uma frase que dizia “namora com alguém que entenda que em dia de TPM és outra pessoa”. Eu prefiro usar essa frase de outra forma: entende que, em dia de TPM, és outra pessoa. Se tu souberes lidar contigo e com todas as tuas emoções vais, certamente, viver muito melhor cada fase que a tua feminilidade te trouxer. E isso só será possível quando te conheceres por completo. A ti e ao teu corpo. 

Publicado em Repórter Sombra.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Realizações de 2017: Belieber Party e Red Bull Air Race #7

terça-feira, setembro 05, 2017 3 Comments
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Photo: Porto © Arq. Turismo de Portugal

Estou de volta depois de um fim de semana in-crí-vel! E, claro, vou contar-vos tudo! Esta minha ausência do blog nos últimos dias foi sofrida, é verdade, mas foi tudo por dois bons motivos! 
No sábado, tive a minha primeira emissão em direto na Rádio Radical. Estivemos em direto da Belieber Party, no Hard Club, no Porto. Foi fantástico! Em primeiro lugar, porque nunca tinha ido ao Hard Club (para minha eterna vergonha) e é um espaço fabuloso! E, em segundo lugar, porque estava ansiosa por um evento deste calibre com a rádio. A verdade é que estava super nervosa, mas assim que lá cheguei senti-me completamente em casa e isso deve-se muito à equipa fantástica que me acompanhou. Acho que foi uma tarde incrível para todos nós.
Por outro lado, terminei o fim de semana da melhor forma. Estive no Red Bull Air Race e amei! Há imenso tempo que ansiava por isto e estar, finalmente, lá foi um sonho! Amei o ambiente, os aviões, a energia, a multidão e, acima de tudo, a paisagem. Não havia melhor sítio para um evento destes. É uma conjugação perfeita e única e é das imagens mais bonitas que vou guardar na minha memória. Foi uma tarde repleta de sorrisos, emoção e beleza.
Posto isto, só vos consigo dizer que não há palavras para descrever a forma como setembro entrou na minha vida. O mês não podia ter começado de melhor forma e isto só me faz pensar naquilo que já pensei tantas vezes este ano... 2017 está a ser O ano! E eu não me podia sentir mais sortuda pelas coisas fantásticas que estou a vivenciar!


Acompanharam o Red Bull Air Race?
E a emissão da rádio? :)



quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Castelo de Santa Maria da Feira (Aveiro)

quinta-feira, agosto 31, 2017 9 Comments
Como sabem, adoro viajar e conhecer novos lugares. Como tal, no passado mês de julho, tirei um dia para ir a Santa Maria da Feira visitar uma das minhas melhores amigas. Nunca tinha estado lá e, na primeira visita, optámos por ir visitar o Castelo de Santa Maria da Feira e garanto-vos que foi uma tarde super animada!
O Castelo é fantástico e dá vontade de o percorrer de uma ponta à outra (óbvio que foi o que fiz ihih). Mas, como sempre, não me esqueci de vocês e, por isso, fotografei o máximo que consegui! :)




O Castelo de Santa Maria da Feira localiza-se em Santa Maria da Feira, distrito de Aveiro, e é um exemplo bastante importante da arquitetura militar medieval no país. As imagens falam por si.


























Aproveito para referir que as imagens foram tiradas com a câmara do telemóvel, daí a qualidade não ser das melhores. No entanto, acho que dá para perceber a beleza e grandiosidade deste castelo que recomendo que visitem! É encantador e é indescritível o que se sente assim que se entra lá. 

Já conhecem o Castelo?
Por onde têm andado ultimamente? :)


terça-feira, 29 de agosto de 2017

TAG: Irmandade do/as Bloggers

terça-feira, agosto 29, 2017 11 Comments
Olá, pessoal!
Há uns dias, fui nomeada pelo Miguel Oliveira, do blog Escritalhada, para responder a esta TAG. Finalmente, arranjei um tempinho e aqui vai :p



Não vou nomear blogs para responder à TAG, porque não quero ter de escolher entre vocês. Por isso, nomeio todos aqueles que responderem a este post nos comentários :p

As questões que o Miguel me fez são as seguintes:

1. Como vês o teu blog daqui a 5 anos?
Sinceramente, não penso muito nisso. Não sou de imaginar o que vai acontecer daqui a cinco ou dez anos. Prefiro deixar as coisas acontecer, lutando sempre pelos meus sonhos. E, por isso, não sei como vai estar o blog daqui a cinco anos, mas sei que vou lutar para que cresça todos os dias.

2. Qual é a tua rotina perfeita?
Nenhuma. Não gosto de rotinas. Acredito que só vivemos plenamente se a cada segundo as coisas estiverem diferentes!

3. O que não dispensas na tua playlist?
Músicas do Diogo Piçarra e dos Blind Zero!

4. O teu maior arrependimento?
Não arriscar. Só me arrependo do que não faço e, infelizmente, já perdi algumas oportunidades por não ter arriscado.

5. Onde te vês com 50 anos?
Num lugar que me faça feliz. Não me interessa qual, só sei que quero estar num lugar a que possa chamar "casa" e a fazer aquilo que mais gosto.

6. O que farias com um milhão de euros?
Doava uma parte para associações e, com o resto, viajava!

7. O que te preocupa no mundo atualmente?
A falta de humanidade das pessoas!

8. Países a não dispensar se fosses rica?
Brasil, Itália, Alemanha, Inglaterra... Ok, todos, na verdade (risos)~

9. Praia ou campo?
I will always choose praia <3

10. Qual o papel da religião na tua vida?
Muito importante, para dizer a verdade. É, muitas vezes, a minha âncora!

sábado, 26 de agosto de 2017

Culturas diferentes, sentimentos iguais

sábado, agosto 26, 2017 8 Comments

As notícias do último ano mostraram-nos muitos refugiados a atravessar o Mediterrâneo, à procura de alguma esperança na Europa. No entanto, nem todos os acolheram da melhor forma. A questão que se coloca é “porquê?”
A verdade é que, no geral, as pessoas desconfiam do diferente. E isso inclui também culturas diferentes. Não é fácil receber aqueles que nos são desconhecidos e é ainda mais difícil aceitar dividir aquela que é a nossa casa com eles. Falta compaixão. Falta solidariedade. E a prova disso é que, juntos, conseguimos ajudar aqueles que precisam dentro do nosso país. Então porque é que não nos juntamos também para ajudar aqueles que procuram auxílio em nós? Porque temos medo. Temos medo do que não é nosso.
Os refugiados procuraram ajuda junto de nós, é verdade. Mas procuraram, acima de tudo, um bocadinho de esperança. Não será que, ao não termos compaixão por eles, lhes estamos a retirar parte dessa esperança? Afinal, como pode o mundo ser bom se as pessoas só são generosas com aquilo que lhes é próximo e afastam o desconhecido? Não pode. Não pode enquanto não se unir. E, por isso, penso que a melhor arma para resolver este tipo de situações é espalharmos compaixão. Ensinarmos os que nos rodeiam a respeitar as diferenças e a aceitar que pessoas de culturas diferente sentem o mesmo que nós. Sofrem, choram, riem e querem ser felizes. Assim como nós queremos. E se quando estamos num momento de aflição procuramos toda a ajuda possível, porque é que não ajudamos os outros quando eles nos procuram? A máxima do “não faças aos outros o que não queres que te façam a ti” tem de ser aplicada a tudo. E a realidade é que enquanto continuarmos a olhar de lado para o vizinho da frente porque é homossexual ou a desviarmo-nos do novo morador porque é negro, não vamos nunca conseguir aceitar aqueles que vêm de um país completamente diferente do nosso. Afinal, se não aceitamos as pessoas que nos são próximas, como vamos aceitar as que estão distantes?
Por tudo isto e muito mais, penso que o essencial é a união. Dizem que a união faz a força e eu não vejo verdade maior que essa. O planeta Terra é habitado por todos nós, logo, todos devemos dar as mãos como a família que somos. Só assim conseguiremos crescer. Só assim conseguiremos diminuir a maldade existente e trazer um bocadinho mais de luz: com união e sem preconceito.

Publicado em Repórter Sombra


quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Diogo Piçarra: «Não tento fazer música só para mim, mas para todas as pessoas.»

quarta-feira, agosto 23, 2017 6 Comments
É um dos artistas mais admirados em Portugal. Diogo Piçarra lançou, este ano, o seu novo disco. Do=s é o nome do segundo álbum do cantor, que deixa uma noção de fio condutor entre todas as músicas. O cantor, que viu o ano de 2016 ser totalmente preenchido por concertos, prepara-se agora para atuar nos Coliseus.

No passado dia 15, o Diogo levou a do=s tour a Ribeira de Frades, em Coimbra. Minutos antes do concerto, esteve à conversa conosco acerca do sucesso que tem sido este novo álbum, e do seu desejo de atuar nos Coliseus que está prestes a realizar-se.


Diogo, antes de mais, começo por te perguntar: já te sentes nervoso para os Coliseus?
Diogo: Estou sempre (risos). Seja em qualquer concerto onde eu vá, acho que estou sempre nervoso. Não é bem nervosismo, é mais ansiedade e a vontade de subir ao palco rapidamente. E quando o concerto começa a atrasar, eu começo a ficar ainda mais ansioso. Não é bem nervos, porque isso é um bocadinho mais de insegurança. É mais ansiedade, porque os concertos estão bem ensaiados, estão sempre bem preparados e eu também costumo aquecer muito antes dos concertos e, realmente, é mais a vontade de subir ao palco do que outra coisa. E os Coliseus é um sonho realizado, finalmente. Depois de dois anos de muitos concertos, o Coliseu era o próximo passo.

Lançaste o teu segundo álbum, o Do=s, este ano. E este álbum é particularmente interessante porque tem uma espécie de fio condutor entre todas as melodias...
Diogo: Exatamente! Eu não fiz nada de propósito, acho que foi uma coisa muito natural... Ao longo da tour do outro disco, eu fui escrevendo músicas e reparei que havia algo em comum entre muitas das canções, seja em termos de letra ou melodias. Há, inclusive, muitas semelhanças entre a “Já Não Falamos”, a “História”, o “Erro”, o “Caminho”, a “Dialeto”... E isso só fazia sentido se fossem aquelas dez músicas! Se estivessem más ou menos boas, eu acho que as colocaria na mesma, porque tinham sido feitas naquela altura e ia lembrar-me delas por representaram aquela fase da minha vida. Estou muito satisfeito e muito orgulhoso deste disco por ter tido tão pouco tempo para fazê-lo e, realmente, acho que fui um felizardo também pela minha editora ter aceite o desafio de todo o conceito do Do=s. Acho que foi tudo muito bem feito e foi um bom trabalho de equipa.

E tu transportas isso também para os teus espetáculos, certo? Estão muito mais inovadores agora, usam o vídeo, ...
Diogo: Sim, aqui (Ribeira de Frades) não sei se será o concerto normal por causa das condições, mas estou muito ansioso por subir ao palco. Normalmente, é um ecrã atrás de nós e, realmente, dá outro impacto. Eu não tinha ecrã no ano passado nem há dois anos mas, realmente, tinha de haver uma diferença entre os concertos anteriores. Já que há uma diferença entre os discos, tinha de haver também essa diferença no espetáculo em si. A banda é a mesma, a equipa é um pouco diferente... É um bocadinho mais numerosa, mas é uma super equipa! Estou muito bem acompanhado e eles é que fazem a maior parte do trabalho. Eu chego lá e canto (risos).

Diogo, estamos mesmo a ficar sem tempo. Por isso, e para terminar, pergunto-te o seguinte: se tivesses de descrever a tua História toda, musicalmente, numa palavra, que palavra escolherias?
Diogo: Uma palavra é muito pouco, não é? (risos) E eu sou um homem de poucas palavras! (risos). Tem sido uma luta, acho eu. Posso dizer que a palavra certa é “luta”. É uma batalha constante tentar estar sempre presente na vida das pessoas seja em termos de música, seja noutros aspetos, tal como é o meu projeto do livro Diogo Piçarra em Pessoa. Tem sido uma luta constante também tentar fazer música que agrade a todos. Não que esse seja o meu objetivo, mas espero que agrade a muitos. É impossível agradar a todos. E, sim, todos os dias quando acordo tento fazer uma música que represente aquele estado de espírito daquele momento mas que, de certa forma, também represente o estado de espírito de muitas pessoas. Não tento fazer música só para mim, mas para todas as pessoas. É esse o meu principal objetivo e sinto que isso está a acontecer e, seja com músicas mais tristes ou mais alegres, acho que só tenho um objetivo: fazer parte da História da vida das pessoas e não fazer História.


Minutos depois, o Diogo sobe ao palco numa atuação onde não faltou energia quer por parte do artista, quer por parte do público. Fez-se história em Ribeira de Frades.
A do=s tour continua a percorrer o país e, em Outubro e Novembro, seguem-se os Coliseus. Dia 27 de Outubro, no Coliseu do Porto. E dia 3 de Novembro, no Coliseu de Lisboa.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

YCWCB: «A música, no fundo, é uma só e o que importa é que as pessoas gostem dela para que o festival aconteça e para que a música se faça ouvir.»

segunda-feira, agosto 21, 2017 3 Comments
PirukaYou Can’t Win, Charlie BrownBlind Zero e Capitão Fausto estiveram presentes no segundo dia do Douro Rock, em Peso da Régua.

Os You Can’t Win, Charlie Brown foram a segunda banda a pisar o palco do Douro Rock, no dia 12 de agosto. E, algumas horas antes do concerto, tivemos a oportunidade de conversar com o Salvador, o Tomás e o David acerca das expectativas para o festival, e do seu mais recente álbum.



Estão a pouquíssimas horas do concerto no Douro Rock. Quais são as expectativas para logo à noite?
Salvador: Eu vi há pouco uma fotografia dos GNR a tocar ontem e estava bastante cheio! Por isso, as minhas expectativas estão altas! Espero que esteja muita gente.
Tomás: E, sobretudo, que as pessoas gostem do nosso concerto.

O facto de saberem que estava muita gente ontem deixa-vos mais nervosos?
Salvador: Não. Há mais nervosismo se estiver vazio. Aí é que é mais chato (risos).

No ano passado, vocês lançaram o vosso álbum mais recente, Marrow. Como tem sido a reação por parte do público?
Salvador: Eu acho que, para este disco, é mais fácil haver reações mais efusivas. Como a própria música acabou por ser também mais efusiva, acaba por puxar mais o público. A música que fazíamos anteriormente podia ser mais introspetiva e isso fazia com que as pessoas acabassem por reagir menos. A reação agora se calhar é mais imediata.
David: Sim, eu acho que, em concerto pelo menos, a reação é mais efusiva. Mas porque a música também é mais para fora do que para dentro.

Antes a música era mais individual e agora é mais “banda”, digamos assim...
Salvador: Sim, mesmo pela própria concepção do disco. Foi um disco mais feito em banda do que os outros. E isso acaba por se refletir também na banda e depois no público.

Há pouco eu falava com o Miguel Guedes que me dizia que a cada novo cd os Blind Zero preocupam-se mais em inovar. Neste cd, a vossa música é mais elétrica. Inovar também é um dos vossos objetivos a cada álbum novo?
David: Sim, eu acho que é inevitável a pessoa não se querer repetir. Se estás numa estrada e vais por aquela estrada muitas vezes, vais por outro caminho para experimentar como é que funciona. Não acho que seja diferente porque tem de ser diferente. Sabe bem fazer diferente para não se fazer o mesmo que se fez e depois o resultado final acaba por ser, também ele, diferente.
Salvador: Sempre que nós compômos uma música, ela nunca pode ter a mesma fórmula que outra já teve. Porque, criativamente, isso não nos dá gozo. Por isso, tentamos sempre fazer qualquer coisa que nos desafie.

Eu achei o vídeo da Above The Wall bastante curioso. Como é que surgiu essa ideia?
Tomás: A ideia surgiu porque a própria música puxa um bocado aquele sonzinho que ouvimos no vídeo. E, depois, a música tinha um nome que não era Above The Wall, não tinha letra ainda e pegámos um bocadinho nesse conceito de uma pessoa subir uma montanha e passou a ser um jogo em que tens vários níveis. E, pronto, ele está sempre a escalar até chegar à lua.


A verdade é que todos vocês têm vidas paralelas para além da banda. É muito difícil concilar tudo?
Tomás: Não (risos).
Salvador: É, da minha parte, é (risos). É muito complicado.
David: Eu acho que é difícil. Mas, quando queres muito fazer uma coisa, acho que é possível. Claro que se fores, realmente, ocupado de milhões de formas diferentes não consegues fazer tudo ao mesmo tempo. Mas se tiveres noção do tempo que precisas para fazer cada coisa acho que, não é igual a se não fizesses mais nada, mas é possível que aconteça.

Voltando ao concerto de logo à noite, como é que se sentem, sendo uma banda mais recente, em dividir o palco com bandas como os Blind Zero que já existem há mais de vinte anos?
Salvador: Para já, conhecemo-nos. Eles acabaram de fazer o soundchec, nós fomos fazer o nosso e notou-se que há respeito. E o facto de eles terem vindo falar conosco, e depois nós termos ido falar com eles, faz-nos perceber que, no fundo, acabamos todos por ser músicos. Por isso, sim, acho que nos respeitámos.
David: Eu acho que podia haver aquela ideia “ah, não, as bandas mais novas não têm as mesmas oportunidades que as bandas mais antigas”. Mas acho que, neste caso, o facto de podermos tocar em palcos grandes e partilhá-los com bandas mais antigas faz esta ligação que o Salvador referiu. A música, no fundo, é uma só e o que importa é que as pessoas gostem dela para que o festival aconteça e para que a música se faça ouvir.


Os You Can’t Win, Charlie Brown pisaram o palco pouco depois das 22h45, numa atuação que não deixou o público indiferente.


domingo, 20 de agosto de 2017

Capitão Fausto: «Nós temos a vontade de tocar o máximo que conseguirmos e no máximo de sítios que pudermos.»

domingo, agosto 20, 2017 3 Comments
PirukaYou Can’t Win, Charlie BrownBlind Zero e Capitão Fausto estiveram presentes no segundo dia do Douro Rock, em Peso da Régua.
Os Capitão Fausto atuaram pouco antes das 2h da manhã, mas o cansaço e o tempo de espera não prejudicaram em nada o desempenho da banda de Lisboa. O Domingos, o Francisco, o Manuel, o Salvador e o Tomás trouxeram uma boa dose de energia ao Douro Rock e não faltou quem vibrasse no público.
Algumas horas antes do concerto, o Francisco esteve à conversa conosco, contou-nos as suas expectativas para o concerto e falou-nos um pouco do percurso dos Capitão Fausto.



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Os Capitão Fausto estão a poucas horas de atuar no Douro Rock. Quais são as expectativas para logo à noite?
Francisco: Uma das expectativas é que esteja um bocado cansado e ensonado, porque tocamos quase às 2h da manhã (risos). Confesso que preferia que fosse um pouco mais cedo. Isso é uma das expectativas. A outra é que me vou divertir muito. Acho que o festival ontem também correu bem, os nossos colegas gostaram muito e, por isso, acho que se formos competentes vai ser muito fixe!

O vosso álbum mais recente chama-se Capitão Fausto Têm os Dias Contados mas vocês têm tudo menos os dias contados porque este álbum tem sido um sucesso...
Francisco: Não me cabe a mim chamar-lhe isso (risos). No entanto, estamos muito felizes com o ano que tivemos e que estamos a ter depois do lançamento do disco! Acho que, na verdade, tanto nós como a banda temos os dias contados, mas não são assim tantos como aparentam ser. Não vão ser assim tão poucos dias. Espero eu que sejam milhares de dias.

Vocês entraram diretamente para o primeiro lugar do top de vendas em Portugal...
Francisco: Sim. Curiosamente, isso até nem é uma coisa que seja assim tão rara para qualquer artista nacional porque, normalmente, para entrares para o top de vendas precisas de vender não muito discos. As pessoas estão mais voltadas para ouvir as músicas em streaming e vendem-se poucos discos hoje em dia, em geral. Então, quando o artista lança o disco e faz o concerto de lançamento, normalmente, pelo menos uma semana ou duas, fica nos tops. A grande dificuldade é aguentar-se lá. Nós não aguentámos muito tempo (risos). Mas, felizmente, ganhámos muito mais ouvintes do que nos outros discos. E estamos muito felizes!

A propósito dos outros discos. Este disco é um bocadinho mais contido e dá mais importância à palavra. É mais importante um vocalista transmitir uma determinada mensagem do que se limitar a cantar bem?
Francisco: Ainda ontem me apontaram uma coisa que gostavam na performance e nas letras do Tomás: tanto a escrever como a cantar, ele tem um tom muito familiar, digamos assim. Embora as letras sejam muito bem escritas e muito bem ordenadas, quando ele está a escrever parece que as letras são uma coisa que dirias no dia a dia. E mesmo quando ele canta, ele não está a mostrar que é um grande cantor. Resumindo, ele não dava um cantor de um programa qualquer de talentos. Ele canta de uma maneira natural e muito na forma como é a voz dele de falar e isso é das coisas que eu mais gosto nas vozes dos nossos discos. Não é uma voz muito esforçada.

E achas que as pessoas se identificam mais assim?
Francisco: Acho que sim! Há muita gente que, de facto, gosta de uma voz mais esforçada e a dar o seu melhor, uma voz no topo e a chegar aos tons mais agudos e graves. Mas acho que também há muita gente que se identifica com este tipo de cantoria mais leve, mais aquele cantarolar... E nos concertos aparecem algumas pessoas que estão lá a cantar à frente e que gostam disso.

Às vezes o simples cativa mais...
Francisco: Sim, claro que sim. Nós somos mais fãs do simples.

“Somos uma banda rock de Lisboa”. Ainda se definem assim?
Francisco: Sim, porque tocamos música à volta desse género e vivemos todos em Lisboa. É o sítio onde nascemos e onde vivemos.

Mas existe uma vontade de se internacionalizarem?
Francisco: Existe! Aliás, existe tanta quanto existe vontade de nacionalizar. Nós temos a vontade de tocar o máximo que conseguirmos e no máximo de sítios que pudermos. Sim, é verdade que já percorremos bastante do país, mas ainda não todo. Por exemplo, é a primeira vez que estamos em Peso da Régua. Já estivemos em algumas zonas aqui à volta mas neste sítio específico é a primeira vez. Mas claro que temos muito prazer em ir a qualquer sítio onde nos queiram ouvir! Seja desde a Mongólia até à Croácia, se nos chamarem, nós vamos. Nós queremos é tocar!

Ganhar um globo de ouro coloca algum tipo de pressão em cima de vocês enquanto banda?
Francisco: Não, pressão não coloca. Põe-nos a nós se calhar nos ouvidos de pessoas que não nos conheciam. Tenho quase a certeza que há pessoas que viram a cerimónia e não nos conheciam de lado nenhum e, de facto, nunca tínhamos chegado a essa audiência. Acho que foi muito bom chegarmos a mais pessoas e se calhar houve muita gente que foi ouvir e não gostou mas também houve muita gente que foi ouvir e, de facto, gostou mesmo. Penso que não fez muita diferença para as pessoas que já nos ouviam, porque elas já gostavam de nós. Mas foi positivo no geral.

Francisco, para terminar vou perguntar-te o que é que nós podemos esperar dos Capitão Fausto logo à noite?
Francisco: Podem esperar um concerto bem ensaiado, com muita genica, apesar do cansaço de ontem à noite (risos), e acho que vão ter o melhor possível de nós. Vamos mesmo dar tudo.



E deram tudo. A genica esteve lá. E o melhor dos Capitão Fausto também. Encerraram a segunda edição do Douro Rock da melhor forma possível: com uma boa dose de energia.

Até logo, Diamond!

Obrigada pela visita!
Volta Sempre :)