sábado, 31 de dezembro de 2016

Adeus, 2016!

sábado, dezembro 31, 2016 4 Comments
2016 foi um ano cheio de altos e baixos. Na verdade, como todos são. Até alcançarmos aquilo que desejamos temos de enfrentar os mais diversos desafios e este ano não foi excepção.
As desilusões foram muitas mas as surpresas também. Uns decidiram ir-se embora e outros vieram para ficar. Alcancei imensos objetivos que julguei nunca conseguir alcançar e perdi oportunidades por medo de arriscar. Vi amigos meus realizarem os seus sonhos, mas também vi o passado voltar aos poucos para junto de mim por motivos negativos.
Se tivesse de fazer um balanço de 2016 seria muito positivo. Porque mesmo as 1001 coisas más que nos acontecem na vida nos ensinam qualquer coisa. E se há coisas que mais recordo no final de cada ano são as negativas. Porque foram essas que me ensinaram alguma coisa e que me trouxeram coisas boas logo de seguida. Porque a cada ano é assim: depois de passar por coisas péssimas, a vida dá-me coisas boas e não me desilude.
Para o ano de 2017 só posso pedir o mesmo que peço todos os anos: saúde, amor, família e amigos. É o mais importante da vida! Que 2017 continue a mandar embora as pessoas que não acrescentam nada à minha vida e que traga para junto de mim aqueles que, realmente, valem a pena. Porque é isso que eu mais guardo nesta vida: as pessoas.

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Um bom ano a todos! Que o amor seja uma constante!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

The Voice Portugal

sexta-feira, dezembro 30, 2016 5 Comments


Não sei se já vos disse mas sou fã de concursos que mostrem os grandes talentos que temos em Portugal. Infelizmente, valorizamos tanto o que há de bom fora do nosso país que nos esquecemos que em Portugal existem tantos ou mais talentos do que lá fora. O problema é que esses estão escondidos ou não são tão valorizados como deveriam.
De todos os concursos televisivos que mostram talentos na área da música, o The Voice Portugal é, provavelmente, o meu preferido. E de todos os The Voice que já vi, este foi, sem dúvida, o que mais gostei. Que talentos incríveis! Todos podíamos ter um favorito mas era inegável que os restantes também eram excelentes. Na minha opinião, este programa foi a prova que Portugal tem artistas que nunca mais acabam e nas mais diversas idades. E é um orgulho enorme saber disso!


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A grande final do programa da RTP1 deu-se no passado domingo, dia 25, com a vitória do concorrente Fernando Daniel.
A verdade é que todos tínhamos o nosso favorito, como é natural. Apesar de me identificar mais com o Francisco Murta e ter desejado que fosse ele a vencer o programa, fiquei bastante contente com esta vitória (quem, confesso, já era mais do que esperada). Já acompanho o Fernando há alguns anos no youtube e também já tive a sorte de o poder entrevistar e é de louvar a luta que ele teve até chegar aqui. Quem tem sonhos sabe que toda a gente nos diz "vais ter de ouvir muitos 'não' na vida". E o Fernando mostrou-nos que isso é verdade e penso que é por isso que tanta gente o admira. O caminho mais fácil é sempre desistir, mas ele não desistiu. E após tanto tempo a tentar realizar um sonho, ele conseguiu. Conseguiu chegar a nós e ao resto do mundo. E tudo isto graças ao seu enorme talento porque, por mais que tenhamos preferência por um outro concorrente, é inegável que o Fernando é simplesmente fantástico!
No que diz respeito a talento, não acho que seja correto usar o termo "merecer" ma vitória do Fernando. Se dissesse que ele é o merecido vencedor seria injusta com os restantes concorrentes. Isto porque qualquer um dos quatro finalistas, na minha opinião, merecia vencer. Cada um tinha um lado especial e nos tocava de formas diferentes. A Marta tinha um elegância e uma presença única em palco. O Miguel tinha uma voz extraordinariamente diferente e bonita. O Francisco respirava a música de uma forma que nenhum outro concorrente respirava. E o Fernando tinha aquela voz inacreditável. Assim sendo, qualquer um seria um justo vencedor, portanto, não digo que houvesse um que merecesse mais do que os outros. Digo, sim, que há sempre um com o qual nos identificamos mais por algum motivo. O Fernando tocou-nos a todos e isso é um facto. Facto que lhe permitiu vencer o programa e que, tenho a certeza, lhe vai garantir um futuro brilhante! E eu fico tão feliz por isso!

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Por outro lado, e apesar de ter ficado extremamente feliz com a vitória do Fernando, não posso negar que tinha uma ligeira preferência pelo Francisco Murta que me fez gastar o saldo todo do meu telemóvel (risos). 
Lembro-me perfeitamente da minha reação quando vi a prova cega do Francisco "o que é isto, meu Deus?", disse eu aos meus pais no final da sua atuação. Apesar de ter lacrimejado imenso na prova cega do Fernando, o Francisco conseguiu deixar-me em lágrimas em todas as suas atuações, uma atrás da outra. E isto nunca me aconteceu com nenhum concorrente em nenhum concurso dos imensos que já vi. Penso que o importante na música é que quem está a cantá-la nos faça sentir algo de diferente. E a forma como o Francisco me tocava foi completamente diferente! Havia um sentimento fora do normal ali. Há concorrentes que colocam toda a sua alma na música. Outros que a interpretam de uma forma excecional. E depois existe o Francisco que se dá por completo à música e entra num universo paralelo, como se não existisse mais nada ou ninguém à volta. Há ali qualquer coisa de genuíno quando ele sente cada letrinha de uma música. E sente-o de uma forma tão diferente que me consegue deixar emocionada 5 segundos depois de começar a cantar. 
Apesar de não ter sido o vencedor do programa, já é um vencedor pela forma como marcou tanta gente e pelo artista que é. Porque, na minha opinião, ele já é um artista como há poucos em Portugal. Por isso, por favor, não deixem o Francisco cair no esquecimento porque o nosso país só tem a ganhar com uma pérola destas.

Posto isto, e apesar de admirar bastantes concorrentes do programa, o Fernando e o Francisco foram, sem dúvida, aqueles que mais me marcaram nesta edição. Serão também eles aqueles que vou recordar com mais orgulho quando me falarem do The Voice Portugal 2016. São, sem dúvida, a prova de que bons cantores existem muitos mas os verdadeiros artistas são aqueles que não só cantam como chegam ao coração das pessoas de uma forma quase inesquecível.



Quem seguiu o programa?
O que acharam? :)




quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Contigo aprendi a amar o impossível

quinta-feira, dezembro 29, 2016 1 Comments
Acredito que há coisas que não nasceram para ser explicadas. O que sinto por ti veio comprovar isso mesmo. Não fosses tu o motivo de todas as minhas ações ultimamente.
Costumava dizer que nada é impossível. Sim, esse famoso cliché. Nada é impossível se lutarmos com muita força e quisermos muito. Nada é impossível desde que tenhamos a capacidade de ver a possibilidade dentro daquilo que chamamos de “impossível”. No entanto, todos crescemos e, consequentemente, vamos aprendendo. E eu acredito que há coisas impossíveis, sim. Impossíveis de alcançar, impossíveis de agarrar. Não é que não as amemos o suficiente ou não lutemos o necessário, mas porque não são para nós. E só nós é que não percebemos. Aliás, nós percebemos mas não queremos meter isso na cabeça. Porque ter a mínima esperança nos faz suportar melhor a dor. O que nos esquecemos de mencionar ao nosso interior é que a esperança é boa mas também mata. Ela corrói-nos de tal forma que nos vai matando aos bocadinhos. E fá-lo sempre que nos deitamos cansados mas ainda assim perdemos horas de sono a chorar. Fá-lo sempre que procuramos com o olhar aquilo que temos plena consciência que não vai aparecer. Fá-lo quando deixamos que ela nos faça acreditar em algo que não é real.
É engraçado. Somos ensinados desde crianças a ouvirmos sempre o nosso coração. E levamos isso tão a sério que nos esquecemos que, por mais que o coração seja o mais importante, a razão também existe. E não a ouvimos. E sofremos porque o coração nos engana. Porque ele acredita. Ele acredita mesmo quando a razão deixou de acreditar. Acredita até ao teu último suspiro. Até que o teu corpo já não tenha qualquer força. E isso mata-te. Mata a alegria que tens de continuar a viver. Tira-te o brilho dos olhos e o sorriso na cara que toda a gente invejava. “Estás sempre a sorrir”, há quanto tempo não os ouves dizer isto? Tu sabes que já passou muito tempo desde a última vez que sorriste com vontade. Agora deixas que a falsidade te comande. Sorrisos falsos, gargalhadas falsas, “estou bem” falsos... E tudo isto porque a esperança deixou que acreditasses numa coisa que nunca vai acontecer.
A verdade é que mesmo depois de leres isto, mesmo depois de saberes que devias ser capaz de seguir em frente pelo teu próprio pé, a esperança vai continuar lá. Vai continuar a querer que o procures com o olhar e vai continuar à espera daquele abraço que nunca vai chegar. E sabes porquê? Porque o amor é isso. É saber que é impossível e que magoa mas amar todos os dias um bocadinho mais. Porque quando é verdadeiro, por mais impossível que seja, dá-nos vontade de desistir de tudo menos dele.



Texto publicado em Sabes Muito

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Shhh... É o nosso segredo

terça-feira, dezembro 27, 2016 5 Comments

Dizem que toda a gente tem segredos. Tu és o meu. O mais escondido, o mais profundo, o mais intenso... Aquele que julguei ser um segredo esquecido de tão bem guardado. Mal eu sabia que não estava escondido. Muito pelo contrário.
Quando era pequena, toda a gente dizia que havia coisas que nunca ia esquecer, independentemente do tempo ou do espaço e que errar fazia parte da vida. Diziam que eu ia errar muitas vezes e que ia arrepender-me disso mais tarde, quando percebesse que realmente tinha cometido um erro. Mas a verdade é que quando somos miúdos achamos que temos razão em tudo. Tudo o que fazemos está certo e nunca nos vamos arrepender disso porque temos a certeza absoluta do que queremos e ai de quem nos tente impedir. Eu não fugi à regra. Pensei muitas vezes ter razão e cometi erros. Penso que o maior de todos foi ter ido embora e ter-me obrigado a ficar longe de ti. Hoje vejo que devia ter ficado. Afinal, tu sempre precisaste de quem te protegesse do mal do mundo e da tua própria ingenuidade, de quem te mandasse uma mensagem às duas da manhã a dizer para ires para casa, de quem te puxasse as orelhas quando fizesses porcaria. Mas eu preferi ir embora. Não porque não quisesse estar ao teu lado, mas porque às vezes a vida nos obriga a tomar decisões difíceis. E acredita quando te digo que as mais difíceis de todas são aquelas que envolvem os nossos sentimentos. Sei que é tarde demais para pedir desculpa e sei que é tarde demais para voltar a ser a pessoa que mais te protegia no mundo, mas nunca é tarde demais para se dizer “tenho saudades tuas”. E eu tenho muitas. Tenho saudades do que fui contigo e do que tu foste comigo. Tenho saudades tuas e saudades minhas. Mas, acima de tudo, tenho saudades destes anos todos. Talvez porque não estive aí, por opção minha.
É engraçado. Acho que as pessoas tinham razão. Eu tomei mesmo decisões das quais me arrependo agora. Achava que vir embora seria a melhor opção mas agora o que mais quero é estar aí. Ou aqui. Onde tu quiseres. Só quero proteger-te. Dizer-te o que te dizia quando éramos crianças. Quando não tínhamos mil e uma preocupações na vida e quando tudo era mais fácil. Continuas a ser “o miúdo” de sempre mas agora falta-te a “adolescente mimada” para te abrir os olhos quando é preciso. E eu sei que falhei. E tu sabes que eu falhei. E nós sabemos que não há volta a dar. Mas acredita que há mesmo coisas que nunca se esquecem. E tu és uma delas. E desculpa por te culpar por te perderes na vida. Hoje, não te diria para te encontrares. Hoje, eu perder-me-ia contigo. E não te preocupes... Vai continuar a ser o nosso segredo.



Publicado em Sabes Muito

domingo, 25 de dezembro de 2016

Música da Semana #67

domingo, dezembro 25, 2016 3 Comments



A música desta semana pertence a uma banda que gosto bastante: os 5 Seconds of Summer. Já os acompanho há algum tempo, no entanto, andei um bocado apagada da música deles por uns meses. Este mês senti falta e regressei pelo que me apaixonei completamente por esta Girls Talk Boys, principalmente pelo seu ritmo!


O que acham, internautas? :)

sábado, 24 de dezembro de 2016

Feliz Natal!

sábado, dezembro 24, 2016 4 Comments
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No meio das últimas compras de Natal, do estudo para os exames e das preparações para este fim de semana, ainda consegui arranjar um tempinho para vos vir desejar um Excelente Natal! Aproveitem-no para matar saudades daqueles que, por circunstâncias da vida, estão longe durante o resto do ano e mostrem o amor que sentem uns pelos outros porque isso é o mais importante e, infelizmente, nem sempre o mostramos.
Sejam muito, muito felizes e amem muito! Feliz Natal!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Opinião: «Storks»

quinta-feira, dezembro 22, 2016 2 Comments
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Storks é um filme de animação de aventura e comédia dirigido por Nicholas Stoller e Doug Sweetland.


Confesso que a época natalícia me abre o apetite para filmes de animação. Desde que este filme saiu sempre tive bastante curiosidade em vê-lo. Não me desiludi. Quando somos pequenos todos ouvimos a famosa história dos bebés e das cegonhas. Trazer essa história para um filme e torná-la real foi simplesmente fantástico. 
Neste filme, há muito tempo, as cegonhas entregavam bebés mas, atualmente, elas trabalham para uma loja online. Júnior está prestes a ser promovido a chefe mas para isso tem de demitir Tulipa, uma orfã que arranja muitas confusões na fábrica. A verdade é que Júnior não tem coragem de o fazer e manda Tulipa receber as cartas que encomendam os bebés pensando que elas não chegavam. Um dia uma carta chega e Tulipa produz uma bebé. Júnior e Tulipa embarcam então numa aventura tentando entregar a bebé à família que a encomendou sem que ninguém na fábrica descubra. Mas o inevitável acontece e todas as cegonhas ficam a saber do sucedido antes da bebé ser entregue. 
Não vou revelar mais sobre a história para não vos estragar a surpresa. Mas se gostarem de filmes de animação este é fabuloso. Principalmente nesta época. Nada melhor do que estar em casa a usufruir do Natal e a ver um bom filme de animação em família! É das melhores coisas do mundo.


Já alguém viu o filme por aí? :)

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Projeto Rugby no Bairro

quarta-feira, dezembro 21, 2016 3 Comments


Eu e uma grande amiga fizemos esta reportagem para uma cadeira da faculdade e eu não podia estar mais orgulhosa! Foram meses a conviver com crianças do bairro e a conhecer as suas histórias e sonhos. Há trabalhos que não devem sequer ser considerados trabalho e este é um deles. Decidi partilhá-los convosco porque acho que o projeto "Rugby no Bairro" merece mais divulgação do que a que, de facto, tem. Assim que ouvirem a reportagem vão perceber o porquê.  

domingo, 18 de dezembro de 2016

Música da Semana #66

domingo, dezembro 18, 2016 6 Comments


Toda a gente sabe que adoro One Direction. Nunca tive problema nenhum em admiti-lo. Esta semana senti saudades das músicas mais antigas e decidi recordá-las. A verdade é que a Little Things é daquelas que me deixa completamente paralisada a ouvi-la. É, sem dúvida, das músicas mais bonitas de sempre deles e será sempre uma das minhas preferidas.


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Prefiro amar-te.

sexta-feira, dezembro 16, 2016 4 Comments
Sabes quando alguém te magoa tanto que tu choras dias a fio e achas que nada dói mais no mundo? Deixar-te dói mais. E dói porque não dá para viver longe de ti. Parece ridículo e dramático mas é verdade. 
Nunca somos dependentes até, de facto, dependermos de alguém. E não é uma dependência causada por obrigações ou laços. É uma dependência incontrolável que se impõe a nós e àquilo que realmente queremos. Porque o que queremos nem sempre é aquilo que sentimos. Se fosse, eu preferia optar por continuar independente em relação aos meus sentimentos. Não te deixava controlares-me mesmo que não saibas que me controlas. Não me permitia sentir a saudade que sinto sempre que tenho de ir embora e virar costas sem sequer dizer-te "adeus". Porque dói mais do que quando alguém nos espeta uma faca nas costas. Porque dói mais do que qualquer dor que já senti na vida. No meio de tanta dor que sinto ao olhar para ti devia odiar-te, afinal, se não fosses tu eu continuava a sorrir o tempo todo como alguém que não tem problemas na vida, mesmo que eles existam. Mas cada vez menos isso acontece. O sorriso já não sai nem forçado. Talvez porque há dores tão fortes que nos tiram a capacidade de fingir. E é isso que mais admiro em ti: a capacidade que tens de me fazer ser eu mesma, sem sorrisos forçados ou falsos "estou bem". Tens a capacidade de trazer toda a minha dor escondida cá para fora. Ensinas-me que nem sempre as escolhas que fazemos nos trazem aquilo que realmente queremos mas todas têm um lado bom. E tu não és o lado bom, és o lado melhor. Porque me fazes sentir uma pessoa melhor. Porque me dás a força que preciso para ser melhor todos os dias, nem que seja para que te sintas orgulhoso de mim. Porque me fazes ser e pensar de forma diferente. Fazes-me pôr de lado todas as rotinas e planos, porque contigo tudo é novo e apaixonante. E sem ti nada importa! E eu já sinto a tua falta. Tua e do teu sorriso sincero quando me vês chegar. O mesmo sorriso que levas contigo quando te vejo partir e o meu coração fica mais apertado. O sorriso que eu desejo ver todos os dias. 
Por agora, não te digo adeus, aliás, nunca vou dizer. Adeus significa um fim e nada me vai separar de ti. Prefiro dizer "até ao próximo pensamento", porque aí tu estás sempre. E quando o mundo te odeia, eu prefiro amar-te. Os meus pais sempre me disseram que tenho a mania de ser do contra.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Opinião: «Sully»

quarta-feira, dezembro 14, 2016 10 Comments
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Sully ou Milagre no Rio Hudson é um drama/biografia de Clint Eastwood com Tom Hanks, Anna Gun, Laura Linney e Aaron Eckhart nos papéis principais.


Este filme retrata a história verídica de Sully, um piloto de aviões que, em 2009, aterrou de emergência no rio Hudson e salvou 155 pessoas que estavam a bordo do seu avião. Este homem acaba por tornar-se um herói americano por conseguir evitar o pior de forma tão insólita.
Já é a segunda vez que vejo este filme. Vi-o no cinema e, hoje, em casa. Não costumo gostar de ver filmes mais do que uma vez mas tive de o fazer depois de ter visto algumas críticas negativas. Gostei do filme assim que o vi, não só por retratar uma história verídica, mas porque tem uma carga emocional bastante grande. No entanto, a maior parte das críticas que tinha lido acerca do filme eram negativas. Tentei explorar o porquê e, por isso, vi-o mais uma vez. Comecei a tentar perceber o que podia estar cinematograficamente fraco ou o que causaria aborrecimento e não consegui encontrar nada. Aliás, na minha opinião, acho que está um filme muito bem conseguido a todos os níveis. Desde a imagem aos atores. 
Sempre adorei o Tom Hanks. Acho-o um ator de excelência e aqui só veio mostrar ainda mais isso. Uma prestação incrível e com uma carga emocional ainda melhor. Penso que o personagem que ele tinha de interpretar lhe exigia um sentimento diferente, afinal, não era só um personagem. O Sully existia e aquilo aconteceu mesmo. E não há coisa mais difícil do que representar e dar realidade a uma coisa que realmente aconteceu, ainda para mais uma coisa de uma proporção destas. 
Sou uma fã de aviões e adoro perceber tudo o que os envolve e a forma como desastres destes, infelizmente, acontecem. E acho que este filme me permitiu vivenciar, de alguma forma, essa experiência. Porque a certa altura nós sentimo-nos mesmo os passageiros daquele avião e procuramos a nossa família com o olhar. E é disso que um bom filme é feito! 
Desta forma, recomendo-vos o Sully nem que seja para perceberem melhor tudo o que aconteceu em Janeiro de 2009. Não foram só 155 pessoas a ser salvas mas um piloto a lutar por justiça depois de as ter salvo.


Já viram o filme? :)


domingo, 11 de dezembro de 2016

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

O que significa mudar?

quinta-feira, dezembro 08, 2016 4 Comments
O que é mudar? Não sei. Talvez não exista uma definição exata para o que é, realmente, mudar. Mas um dos maiores factos da vida é que, por vezes, a mudança é necessária e uma constante.
A verdade é que a vida é uma mudança constante. E eu acredito cegamente que mudar é preciso, afinal, não se vive para sempre. E se não mudarmos não estaremos a ser apenas cómodos? Se não optamos pela mudança em determinadas alturas da nossa vida é porque algo está mal. Assim como o café esfria, o tempo se altera e as temperaturas oscilam, também a vida muda. É uma caraterística quase inata. Mudança e vida andariam de mãos dadas se fossem duas pessoas. Isto porque, a meu ver, não vivem uma sem a outra. Daí, na maior parte das vezes, sermos obrigados a mudar. Nem sempre por vontade própria, mas porque a vida não nos dá outra opção. Talvez porque ela se encarregue de nos dar os maiores ensinamentos, sendo que o maior deles todos é sairmos da nossa área de conforto. O comodismo mata-nos. Acomodamo-nos tanto a algo ou alguém que ficamos com medo de mudar e preferimos deixar tudo como está, mesmo que tudo esteja errado. E é aí que entra a vida. Ela força-nos a abandonar o correto, o fácil e o cómodo. Ela coloca-nos entraves e situações que nos obrigam a mudar.
Umas boas e outras más, as mudanças fazem parte de nós e ajudam-nos a ser o que somos. Se me perguntassem “porque mudamos?” creio que a minha resposta seria sempre a mesma “porque a vida nos obriga a isso”. Não no verdadeiro sentido da palavra, mas no sentido em que se quisermos ser realmente felizes vamos ter de nos forçar a mudar muitas vezes. A mudar de país para alcançar aquele sonho que aqui não se realiza. A mudar de cidade para viver com aquela pessoa que tanto amamos. A mudar hábitos em função das contrariedades que diferentes situações nos impõem. Mudar. Mudar. E mudar. Não é à toa que mudamos constantemente de roupa, de sapatos ou de objetos. Nós mudamos o vestuário porque não gostamos de estar sempre vestidos da mesma forma. Não será que isso acontece porque a mesma coisa repetidamente começa a cansar? Isso ocorre em todas as situações da vida. O monótono cansa. O repetido enjoa e a novidade traz um brilho diferente. E a novidade está na mudança. Daí a mudança ser tão importante nas nossas vidas.

Posto isto, não posso negar que a mudança é algo positivo mesmo que às vezes seja algo difícil de encarar. É tão mais fácil mantermo-nos cómodos, continuar na monotonia da vida e na nossa zona de conforto. É ótimo porque não dá trabalho nenhum, afinal, é aquilo a que estamos habituados. Mas, se pensarmos bem, percebemos que a monotonia estraga a nossa felicidade. Felicidade essa que só a novidade pode trazer de volta. O que é novo dá-nos novas experiências. E com as novas experiências vêm sorrisos novos e, consequentemente, novos motivos para viver a cada dia que passa.



Publicado em Repórter Sombra.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Música da Semana #64

domingo, dezembro 04, 2016 5 Comments


O Diogo Piçarra tem dominado esta rubrica nas últimas semanas. Desta vez, é a música Longe que, a meu ver, merece destaque. Pessoalmente, estou numa fase em que me identifico bastante com esta letra. Quantas vezes não estamos longe daqueles que queremos ter por perto? O sentimento e, atrevo-me a dizer, até o sofrimento que o Diogo transporta para a música deixa-me sem palavras. Uma música lindíssima e com um poder que só o Diogo sabe colocar naquilo que canta!


quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Waze lança primeiro EP

quinta-feira, dezembro 01, 2016 4 Comments
Waze é um artista português que ficou conhecido através de sucessos como "Cuida de mim", "Ninguém como tu" e "Primeiro Dia".
A sua fusão entre rap e r'n'b misturada com um pouco de pop são alguns seus pontos fortes que lhe permitiram criar uma identidade própria. 
"Ilusão" é o nome do seu primeiro EP e já está disponível para download em todas as lojas e plataformas digitais, desde 18 de novembro. 


Até logo, Diamond!

Obrigada pela visita!
Volta Sempre :)